A união do cinema e do meio. Essa é a proposta da 5ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental, que acontece no dia 22 de setembro, quinta-feira, às 14 horas, na Sala Marien Calixte, no Centro Cultural Sesc Glória, e faz parte da programação do 29º Festival de Cinema de Vitória.
Com curadoria da cineclubista, roteirista, produtora e realizadora, Margarete Taqueti; e o cineasta e produtor audiovisual, Jefferson de Albuquerque Junior, a janela exibe curtas-metragens que abordam a temática ambiental e a coexistência entre pessoas e meio ambiente. Serão exibidos três curtas-metragens. São eles: Cavalo Marinho, de Gustavo Serrate Maia; Quanto Vale a Vida no Mangue?, de Lucas Oliveira; Futuros Amantes, de Jessika Goulart. As produções concorrem ao Troféu Vitória nas categorias de Melhor Filme (Júri Técnico) e Melhor Filme (Júri Popular).
O 29º Festival de Cinema de Vitória conta com o patrocínio do Ministério do Turismo, através da Lei de Incentivo à Cultura e também com o patrocínio da EDP, através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba. Conta com o apoio da Rede Gazeta e da TV Educativa ES. E conta com o apoio institucional do Canal Like, da Carla Buaiz Jóias e do Cine Metrópolis. A realização é da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA).
29º Festival de Cinema de Vitória
19 a 24 de setembro
5ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental
22 de Setembro, 14 horas
Sala Marien Calixte , Centro Cultural Sesc Glória

CAVALO MARINHO
Gustavo Serrate Maia
DOC, Cor, MP4 H264, 25’, ES/DF, 2021
Sinopse: Um grupo de garotos que vive na periferia do litoral capixaba educando montarias para trabalho, transporte e diversão resolve organizar uma corrida de cavalos para competir e decidir quem é o melhor jóquei da turma.
Classificação Indicativa: Livre

QUANTO VALE A VIDA NO MANGUE?
Lucas Oliveira
DOC, Cor, MP4 H264, 23’, SP, 2021
Sinopse: Quanto Vale a Vida no Mangue? expõe relatos de pescadores e representantes da comunidade da Vila dos Pescadores (Cubatão-SP) sobre os impactos ambientais que atingem diariamente a população que vive às margens do manguezal do Rio Casqueiro e tem a pesca como seu principal sustento.
Classificação Indicativa: 10 anos

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