Júri oficial
30ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas / 15ª Mostra Foco Capixaba
André Fischer
Diretor do Festival MixBrasil, curador e pesquisador, doutorando e mestre em Imagem e Som pela UFSCar em autoria e representações queer mediada por IA no Audiovisual com residência doutoral na Aix-Marseille Université. Autor de 7 livros, palestrante e consultor de comunicação inclusiva. Foi diretor do Centro Cultural da Diversidade de São Paulo, diretor de comunicação da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, Country Manager da Hornet Networks, colunista na Folha de S. Paulo e MTV Brasil, roteirista e apresentador no Canal Brasil/Globosat, CBN e Radio UOL, Publisher das revistas Junior e H, criador e editor do portal web MixBrasil, pioneiro da internet no Brasil.
Carol Benjamin
Cineasta; criadora, roteirista e diretora de montagem da série de ficção Original Globoplay “A Vida Pela Frente” (10 EPs, 2023), finalista no Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro (Melhor Série de Ficção) e no Prêmio ABRA de Melhor Roteiro de Série de Ficção (2024).
Seu longa de estreia como diretora, “Fico Te Devendo uma Carta Sobre o Brasil” (2019), foi premiado no mais importante festival de documentários do mundo, o IDFA (2019), no É Tudo Verdade (2020), e finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2021), entre outras premiações. É diretora-geral e montadora do longa de ficção “Insubmissas” (2024), que estreou no Festival do Rio e rodou amplo circuito de festivais. Em 2025, lançou o curta-metragem “Sobre Ruínas”, exibido no É Tudo Verdade e no Festival do Rio, e premiado no Festival de Vitória e Bonito Cine Sur. É roteirista e produtora do longa-metragem “Divinas Divas” (2017), de Leandra Leal, documentário de maior público no Brasil no ano de seu lançamento, atualmente disponível na Netflix. Por este trabalho, Carol ganhou o II Prêmio ABRA de Melhor Roteiro de Documentário e o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018 (Melhor Documentário), além de diversos prêmios em festivais como o prestigioso South by Southwest (SXSW, EUA).
GG Fákọ̀làdé
Professora, pesquisadora, cineasta e sacerdotisa do culto tradicional yorubá. Doutoranda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF), investiga espiritualidades diaspóricas, estéticas anticoloniais e desobediências de gênero. Seu trabalho fílmico foi reconhecido com estreia mundial na Tiger Short Competition no 52º Festival Internacional de Rotterdam e com os prêmios de Melhor Filme no 51º Festival de Cinema de Gramado, Melhor Direção e Prêmio ABRACCINE no 56º Festival de Brasília, além dos prêmios de Melhor Filme e Prêmio Canal Brasil de Curtas na 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Em sua escrita e criação, cultiva afetos, rituais e imagens guiadas pelo invisível.
16ª Mostra Quatro Estações
Douglas Soares
Diretor e roteirista. No cinema, realizou o filme “Papagaios”, seu primeiro longa de ficção, que conquistou 4 Kikitos no 53º Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme pelo Júri Popular. Também é diretor do documentário “Xale”, além de curtas que ganharam mais de 40 prêmios em festivais nacionais e internacionais, como “Contos da Maré”,
“A Dama do Peixoto”, “Inocentes” e “A Alma das Coisas”. Foi assistente de direção de cineastas como Nelson Pereira dos Santos e Allan Ribeiro. Na TV, é produtor e diretor da série documental “Noturnas”.
Erly Vieira Jr
Cineasta, escritor, curador e pesquisador audiovisual. Dirigiu dez curtas-metragens (ficções e documentários), exibidos em festivais nacionais e estrangeiros, além do longa-metragem “Presença” (2024), e codirigiu, junto a Melina Galante, a série “Admirável Mundo Gordo” (2026). É professor do curso de Cinema e Audiovisual da Ufes desde sua fundação, em 2010. Como pesquisador e curador, é autor de vários livros, dedicados ao estudo da dimensão sensória no cinema, ao audiovisual capixaba e ao cinema LGBTQIAPN+/cuir brasileiro e mundial.
Marina Abranches
Diretora de cena e integra a MAGU ao lado de Gustavo Martins. Seu trabalho combina uma estética marcante com um olhar sensível, ampliado pelas possibilidades infinitas da pós-produção. O movimento e a transição são marcas centrais na construção de seus filmes. Com experiência em publicidade, videoclipes e projetos autorais, Marina explora a tecnologia como ferramenta para expandir possibilidades criativas, mantendo o craft no centro do processo. Entre os destaques de sua trajetória estão o Vimeo Staff Pick de “Salvador Hyperlapse” e “The Giant Search”, projeto que se tornou referência no uso da inteligência artificial a serviço da narrativa.
15ª Mostra Corsária
Daniela Zanetti
Professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e coordenadora do grupo de pesquisas Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT/Ufes). É doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas e autora do livro “O Cinema da Periferia: narrativas do cotidiano, visibilidade e reconhecimento social” (Edufba). Tem artigos sobre cinema e audiovisual publicados em revistas acadêmicas e coorganizou os e-books “Audiovisualidades Contemporâneas: estética, política, tecnologia” (Edufes), “Comunicação e Territorialidades: poder e cultura, redes e mídias” (Edufes) e “Minorias Midiatizadas: gêneros, etnias e territórios” (Ed. UFPel).
Douglas Soares
Diretor e roteirista. No cinema, realizou o filme “Papagaios”, seu primeiro longa de ficção, que conquistou 4 Kikitos no 53º Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme pelo Júri Popular. Também é diretor do documentário “Xale”, além de curtas que ganharam mais de 40 prêmios em festivais nacionais e internacionais, como “Contos da Maré”, “A Dama do Peixoto”, “Inocentes” e “A Alma das Coisas”. Foi assistente de direção de cineastas como Nelson Pereira dos Santos e Allan Ribeiro. Na TV, é produtor e diretor da série documental “Noturnas”.
Gui Castor
Desenvolve projetos em cinema, fotografia e artes visuais. Seu trabalho parte do cinema documentário para explorar a criação de memórias ficcionais por meio da imagem. Dirige o Cine Rua Sete, plataforma de exibição e experimentação audiovisual em Vitória.
13ª Mostra Outros Olhares
Erlon Paschoal
Dramaturgo, diretor de teatro, escritor e tradutor. Traduziu para o português obras de Goethe, Brecht, Kafka, Rilke, Schopenhauer, Büchner, Heinrich Mann e Thomas Bernhard. Publicou o romance “Mar Revolto”, pela Ed. Cousa, e os textos teatrais “O Céu é o Limite”, “Nem Tudo São Flores” e “Vida que Segue”, pela Ed. Cândida. Recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Governo da Alemanha, em 2008, por suas contribuições às relações culturais entre os dois países.
Margarita Hernández
Cubana, naturalizada brasileira. É produtora, diretora e roteirista. Desde 1995 dirige a empresa Bucanero Filmes, com sede em Fortaleza, Ceará. Seus filmes como diretora conquistaram mais de 30 prêmios no Brasil e no exterior, incluindo o de Melhor Curta-Metragem no Festival de Gramado e no Festival de Brasília. Também ganhou o Prêmio Catalina de Ouro de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cartagena das Índias, Colômbia, e o Prêmio Margarita de Plata da CNBB, Brasil. Como produtora executiva, assina mais de uma dezena de filmes. Desde o ano 2000 é Diretora de Programação do Cine Ceará, Festival Ibero-Americano de Cinema.
Thiago Moulin
Diretor, produtor e roteirista de documentários, sócio da Graúna Digital, produtora dedicada ao documentário autoral e a projetos de forte relevância social. Dirigiu o longa “Meu Pai e Eu” (2024), selecionado para a 20ª CineOP e para o 32º Festival de Cinema de Vitória, entre outros. Seus filmes circularam por festivais nacionais e internacionais, como o Festival de Havana, o DocsMX (Cidade do México), o Festival do Rio e a Mostra SESC de Cinema, onde recebeu os prêmios de Melhor Direção, Melhor Montagem e Melhor Desenho de Som pelo curta “Labor” (2018). Como produtor, esteve à frente de projetos como o longa “Toda Noite Estarei Lá” (2023), de Tati Franklin e Suellen Vasconcelos, exibido em festivais como Olhar de Cinema, CineBH, Wicked Queer, This Human World e FICNOVA, além de integrar importantes laboratórios e mercados internacionais, entre eles, Brasil CineMundi, Residências Walden, DocSP, Good Pitch Brasil e Visions du Réel – Rough Cut Lab. Atualmente, finaliza a série documental Atingidos (5 x 26′), dirigida por Ricardo Sá, e desenvolve o longa “Estado Sitiado”. É conselheiro titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo e conselheiro suplente do Conselho Municipal de Cultura de Vila Velha. Desenvolve o FORDOC – Programa de Formação em Documentário – e é produtor do Festival Sérgio Sampaio.
16ª Mostra Competitiva Nacional de Longas
Fabio Meira
Diretor e roteirista, nascido em Goiânia, em 1979. Começou no cinema como assistente de Ruy Guerra em “O Veneno da Madrugada” (2004). Seu primeiro longa, “As Duas Irenes” (2017), estreou no estival de Berlim e recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, entre eles quatro Kikitos em Gramado. Em 2023, lançou “Tia Virgínia”, protagonizado por Vera Holtz, Arlete Salles e Louise Cardoso, vencedor de seis prêmios no Festival de Gramado e indicado a sete categorias do Grande Otelo. Seu longa mais recente é “Mambembe” (2024), exibido no Festival do Rio, em Mar del Plata e na Mostra de SP, além de premiado no Panorama Internacional Coisa de Cinema, no FICA, no BRAVO de Los Angeles e no Festival de Cinema de Vitória.
Simone Yunes
Formada em Relações Públicas e pós-graduada em História da Arte. Trabalha no Sesc São Paulo desde 1996 e atualmente é gerente do Cinesesc, unidade especializada na linguagem cinematográfica que realiza de modo permanente mais de vinte festivais e mostras nacionais e internacionais anuais, tais como Mostra Billy Wilder, Retrospectiva Luchino Visconti. Clássicos Restaurados e Mostra Amor ao Cinema. Participou ativamente da “Sessão do Comodoro”, criada pelo cineasta Carlos Reichenbach, no Cinesesc, onde mensalmente eram exibidos filmes raros e underground com debate. Integrou intercâmbios culturais na Berlinale e no Festival de Cinema Suíço em Solothurn. Em 2024, foi júri oficial no Festival do Rio, com o Prêmio Novos Rumos. Em 2017, organizou a coletânea de crônicas publicadas no semanário “Folha da Cidade”, do autor Marcos Jabour Yunes, seu pai, lançando o livro “Crônicas de Lê”.
Vinicius Arneiro
Diretor, dramaturgo e preparador de elenco de novelas, séries e filmes. No teatro, desenvolve pesquisas em processos colaborativos de criação e dramaturgia, com foco nas relações entre corpo, sonoridade e espaço. Dirigiu espetáculos como “Língua, Cachorro!”, “Rebu”, “Cássia Eller – o Musical”, “Os Sonhadores”, “Colônia” e “Peça de Amar”. Seus trabalhos receberam indicações aos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e APCA. Em 2025, recebeu o Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia por “Língua”.
11ª Mostra Mulheres no Cinema
Gabriela Gastal
Dirigiu o documentário “Lobby do Batom”, para Globoplay, que conta o mais bem-sucedido caso de luta coletiva pela conquista dos direitos da mulher no Brasil, e “Vagabundo, o Filme”, que marca o encontro de Ney Matogrosso com Pedro Luís e a Parede. Ao lado de Zelito Viana, codirigiu o filme “A Arte Existe Porque a Vida Não Basta”, sobre a vida e obra do poeta Ferreira Gullar. Criou e dirigiu clipes, DVDs e shows para artistas como Gal Costa, Marisa Monte, Alcione, Chico Buarque, Djavan, Ney Matogrosso, Lulu Santos, Milton Nascimento e Lenine.
Com o show “Loucura, Adriana Calcanhotto Canta Lupicínio Rodrigues”, recebeu o Prêmio da Música Brasileira de melhor direção de show. Assinou a direção do programa “O Som do Vinil”, apresentado por Charles Gavin para o Canal Brasil, homenageando mais de 350 álbuns clássicos da música brasileira. Atualmente está desenvolvendo um documentário sobre a poeta Ana Cristina Cesar, enquanto jovem em formação, durante o período da ditadura.
Leandra Moreira
Atua há mais de 20 anos na produção cultural e audiovisual, assinando a maior parte dos projetos da 55. Ao longo de sua trajetória, produziu 5 séries, 8 curtas-metragens de ficção, 5 documentários e mais de 60 filmes publicitários e institucionais, somando aproximadamente 730 minutos de obras audiovisuais. Em 2025, lançou um curta conceitual ambiental apresentado durante a COP30. Já em 2026, assina a produção do telefilme “É Quase Verdade”, coproduzido com a Globo Filmes e exibido nacionalmente na sessão Tela Quente da TV Globo,
alcançando mais de 12 milhões de espectadores em todo o país.
Tati Rabelo
Cineasta e, junto com Rod Linhales, forma a Mirabólica, duo criativo que desenvolve, desde 2003, obras de forte identidade visual e apelo estético. Com trajetória que atravessa a publicidade, a videoarte e o cinema de autor, constroem narrativas marcantes e universos visuais singulares. Na ficção, assinam os curtas-metragens “Minhas Horas com Camomila”, “O Pássaro sem Plumas” e “Terreno Baldio”. No documentário, destacam-se com obras como “Bestiário Invisível”, “Não se Aproxime” e “Mercúrio Cromo”.
11ª Mostra Cinema e Negritude
Paulo Sena
Cineasta, escritor, dramaturgo, produtor e diretor artístico. Artista negro, cria obras sobre memória, ancestralidade e identidade. Vencedor do Prêmio Canal Brasil, no Festival de Cinema de Vitória, por “A Invenção do Orum” (2025), e do III Prêmio Ufes de Literatura com “Quase Sertão”. Em 2026, estreia a peça “Orum” e o curta “O Fim do Mundo”. Atua na criação de narrativas negras, na formação de novos olhares e no fortalecimento do protagonismo negro nas artes.
Tamyres Batista
Professora de Sociologia (SEDU) e pesquisadora no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PGCS-UFES). É cineclubista há 12 anos. Com o Cineclube “Nome Provisório”, produziu coletivamente os curtas-metragens “Raspage” (2014) e “Marrom” (2017). Atualmente, integra o “Cineclube Rural”. Em sua prática docente, investiga as intersecções entre cinema e educação. Tem lutado pelo direito de fabular e de habitar dentro do próprio sonho.
Yasmine Evaristo
Baracharela em Artes Plásticas e Letras – Tecnologias da Edição, é crítica e pesquisadora de cinema, com ênfase em cinema fantástico e representação e representatividade de pessoas negras.
Membro da Abraccine, votante do Globo de Ouro entre 2023-2025, cofundadora do site Longa História e integrante do Feito Por Elas.
10ª Mostra Nacional de Videoclipes
Fabriccio
Natural de Vitória (ES). É um dos nomes da nova MPB/R&B no circuito musical alternativo. Além de compor, é multi-instrumentista e atua como produtor musical. Suas canções dialogam sobre afetividade preta, sensibilidade masculina, espiritualidade e autoconhecimento. Morador da ilha, tem um contato muito presente com o mar, o que permite que essa sintonia vital se reflita em sua musicalidade.
Gabriela Gastal
Dirigiu o documentário “Lobby do Batom”, para Globoplay, que conta o mais bem-sucedido caso de luta coletiva pela conquista dos direitos da mulher no Brasil, e “Vagabundo, o Filme”, que marca o encontro de Ney Matogrosso com Pedro Luís e a Parede. Ao lado de Zelito Viana, codirigiu o filme “A Arte Existe Porque a Vida Não Basta”, sobre a vida e obra do poeta Ferreira Gullar. Criou e dirigiu clipes, DVDs e shows para artistas como Gal Costa, Marisa Monte, Alcione, Chico Buarque, Djavan, Ney Matogrosso, Lulu Santos, Milton Nascimento e Lenine.
Com o show “Loucura, Adriana Calcanhotto Canta Lupicínio Rodrigues”, recebeu o Prêmio da Música Brasileira de melhor direção de show. Assinou a direção do programa “O Som do Vinil”, apresentado por Charles Gavin para o Canal Brasil, homenageando mais de 350 álbuns clássicos da música brasileira. Atualmente está desenvolvendo um documentário sobre a poeta Ana Cristina Cesar, enquanto jovem em formação, durante o período da ditadura.
Patrícia Bragatto
Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal do Espírito Santo, atualmente integra a equipe do Instituto Pedra e realiza o acompanhamento da obra de restauro e modernização do Armazém 04 no Porto de Vitória, nova sede do Museu Vale. É especialista em Gestão e Políticas Culturais pelo Observatório do Itaú Cultural de São Paulo com Universidade de Girona, Espanha. Trabalhou por quinze anos em gestão pública da cultura, na área do Patrimônio Cultural, na Secretaria Municipal de Cultura de Vitória (SEMC) e na Secretaria de Estado da Cultura (SECULT/ES). É também produtora cultural e tem experiências nas áreas de música, carnaval, cinema e artes visuais.
9ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental
Adriana Jacobsen
Diretora e pesquisadora. Com formação acadêmica no Brasil e na Alemanha, atua nas áreas de realização audiovisual e preservação de memória. Codirigiu o premiado documentário em longa-
-metragem “Outro Sertão” (prêmio especial do júri do 46º Festival de Brasília, prêmio do público para melhor doc. nacional da 37ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e os prêmios de melhor filme, direção e uso de arquivo no 13º Festival Internacional de Cinema de Arquivo) e diversos curtas. Fez a coordenação geral da organização de dois arquivos audiovisuais: Acervo “Outro Sertão”, para o Museu Judaico de SP, e “Acervo Bergmann”, para o Instituto Marlin Azul e a Midiateca Capixaba. É membro da OSCIP Instituto Marlin Azul, em Vitória (ES).
Margarita Hernández
Cubana, naturalizada brasileira. É produtora, diretora e roteirista. Desde 1995 dirige a empresa Bucanero Filmes, com sede em Fortaleza, Ceará. Seus filmes como diretora conquistaram mais de 30 prêmios no Brasil e no exterior, incluindo o de Melhor Curta-Metragem no Festival de Gramado e no Festival de Brasília. Também ganhou o Prêmio Catalina de Ouro de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cartagena das Índias, Colômbia, e o Prêmio Margarita de Plata da CNBB, Brasil. Como produtora executiva, assina mais de uma dezena de filmes. Desde o ano 2000 é Diretora de Programação do Cine Ceará, Festival Ibero-Americano de Cinema.
Yasmine Evaristo
Baracharela em Artes Plásticas e Letras – Tecnologias da Edição, é crítica e pesquisadora de cinema, com ênfase em cinema fantástico e representação e representatividade de pessoas negras.
Membro da Abraccine, votante do Globo de Ouro entre 2023-2025, cofundadora do site Longa História e integrante do Feito Por Elas.
8ª Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico
Bernadette Lyra
Nascida em Conceição da Barra (ES), é escritora de ficção, professora de cinema e professora emérita da Universidade Federal do Espírito Santo. Na capital paulista, foi professora titular de mestrado da Universidade Anhembi-Morumbi e professora colaboradora da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), onde também realizou seu doutorado em Cinema. Foi professora visitante da Universidade de Algarve, em Portugal, e na França fez o pós- doutorado na Paris V, Sorbonne. Uma de suas valiosas contribuições como pesquisadora audiovisual foi a elaboração do conceito de “Cinema de Bordas”, associado ao circuito de produção de filmes periféricos voltados para o imaginário popular e a participação de comunidades. Autora de mais de 15 livros, tem participação em antologias nacionais e internacionais, com obras que já lhe renderam importantes prêmios e indicações. Reside em Vitória (ES), onde escreve seus livros e publica crônicas no jornal A Gazeta.
Gabriele Stein
Cineasta, formada em Comunicação Social e graduada em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Atua na área de direção e edição de imagens em filmes de
longa e curta-metragem, além de séries de televisão.
Margareth Galvão
Atriz, dramaturga, diretora e professora de teatro, trabalhou na Escola de Teatro e Dança FAFI, em Vitória. Participou como atriz de diversos espetáculos de teatro, de 38 filmes, entre curtas e longas. Como diretora, assinou várias peças teatrais, seis óperas, dois musicais e um show. Recebeu vários prêmios e foi homenageada nos
principais festivais de cinema do Espírito Santo.