{"id":64761,"date":"2024-04-02T10:43:48","date_gmt":"2024-04-02T13:43:48","guid":{"rendered":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/31fv\/?p=64761"},"modified":"2024-08-08T10:15:33","modified_gmt":"2024-08-08T13:15:33","slug":"suely-bispo-e-a-homenageada-capixaba-do-31o-festival-de-cinema-de-vitoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/31fv\/2024\/04\/02\/suely-bispo-e-a-homenageada-capixaba-do-31o-festival-de-cinema-de-vitoria\/","title":{"rendered":"31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria: Suely Bispo \u00e9 a Homenageada Capixaba do evento que acontece em julho"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma artista que transita com talento e compet\u00eancia no audiovisual, no teatro e na literatura. Assim \u00e9 <strong>Suely Bispo<\/strong>, a <strong>Homenageada Capixaba<\/strong> do <strong>31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong>, que acontece de 20 a 25 de julho, na cidade de Vit\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como parte da homenagem, a atriz e poeta receber\u00e1 o&nbsp;<strong>Trof\u00e9u Vit\u00f3ria<\/strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>Caderno da Homenageada<\/strong>, publica\u00e7\u00e3o in\u00e9dita e biogr\u00e1fica, assinada pelos jornalistas Leonardo Vais e Paulo Gois Bastos, que aborda a pluralidade da sua trajet\u00f3ria profissional.&nbsp; \u201cFoi uma grande surpresa para mim esse convite. Mas \u00e9 uma honra. \u00c9 o maior festival de cinema do Esp\u00edrito Santo. \u00c9 um grande festival. Ent\u00e3o, claro, \u00e9 muito importante esse reconhecimento. S\u00f3 posso ver assim\u201d, afirmou a artista sobre a homenagem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><mark class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>PALCO&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/mark><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com um percurso de mais de tr\u00eas d\u00e9cadas nos palcos capixabas, dezenas de trabalhos no cinema e a participa\u00e7\u00e3o em uma importante obra da teledramaturgia nacional, al\u00e9m de v\u00e1rios livros, \u00e9 poss\u00edvel perceber na vida profissional desta baiana radicada no Esp\u00edrito Santo, a pluralidade nas m\u00faltiplas atua\u00e7\u00f5es da artista que \u00e9 graduada em hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES).&nbsp; O primeiro trabalho de&nbsp;Suely&nbsp;nos palcos foi a pe\u00e7a&nbsp;&nbsp;<strong>A Gang do Beijo<\/strong>, uma adapta\u00e7\u00e3o da obra de Jos\u00e9 Louzeiro sob a dire\u00e7\u00e3o de Armando Mecenas, em 1987. Em 1995, ela estabelece uma de suas parcerias mais longevas ao integrar o Teatro Experimental Capixaba, ao lado do diretor C\u00e9sar Huapaya, no espet\u00e1culo<strong>&nbsp;Fausto<\/strong>, inspirado na consagrada obra de Marlowe e Goethe. Entre os trabalhos realizados com a companhia est\u00e3o&nbsp;<strong>O Riso Contra A Dengue<\/strong>&nbsp;(2000);&nbsp;<strong>A Flor de Nan\u00e3<\/strong>&nbsp;&#8211; montagem apresentada de 2004 a 2008 em que se recriou o ambiente de um terreiro de candombl\u00e9 dentro do teatro;&nbsp;<strong>Farsa de Juliana e Dom Jorge<\/strong><strong><em>&nbsp;<\/em><\/strong>(2005), em que ela interpretou mais de uma personagem, entre elas a famosa cafetina Maria Tomba Homem; e&nbsp;<strong>Cantantes dos Reis<\/strong>&nbsp;(2009 e 2010).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Recital-Miguel-Marvilla-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-64765\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Recital-Miguel-Marvilla-980x653.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Recital-Miguel-Marvilla-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><sub><em>Nos palcos: Suely Bispo em cena no solo po\u00e9tico Um Recital para Miguel Marvilla. Foto: Soul Pics\/ Divulga\u00e7\u00e3o &nbsp;<\/em><\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro trabalho de destaque de&nbsp;Suely&nbsp;Bispo&nbsp;foi&nbsp;<strong>Shakespearianas<\/strong>, montagem que estreou em 1998, e que adapta textos de personagens femininas de William Shakespeare, com dramaturgia da pr\u00f3pria&nbsp;Suely&nbsp;em parceria com Paulo de Paula, que fez a dire\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m faz parte da trajet\u00f3ria da artista nos palcos solos com car\u00e1ter de&nbsp;<em>performance<\/em>&nbsp;ou mon\u00f3logos. O primeiro deles foi&nbsp;<strong>Oxum<\/strong>, trabalho criado para um encontro de mulheres negras organizado pela historiadora Edileuza Penha de Souza, em 1996, e com coreografia da pr\u00f3pria&nbsp;Suely. Ainda no formato solo, e mesclando poesia e dramaturgia, ela encenou&nbsp;<strong>Negra Poesia<\/strong>&nbsp;(2004), proposta com texto de poetas negros como Waldo Motta, Elisa Lucinda, Cruz e Souza, Solano Trindade, e da pr\u00f3pria&nbsp;Suely&nbsp;Bispo;&nbsp;<strong>Momento Solano Trindade<\/strong>&nbsp;(2008), sarau po\u00e9tico pelo centen\u00e1rio de nascimento do poeta Solano Trindade; e&nbsp;<strong>Um Recital para Miguel Marvilla<\/strong>&nbsp;(2014 a 2018).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Suely&nbsp;Bispo&nbsp;tamb\u00e9m fez parte da Cia R\u00e1dio Terra, iniciativa que desenvolvia montagens infanto-juvenis com tem\u00e1tica ecol\u00f3gica. Dessa empreitada atuou nas montagens&nbsp;<strong>R\u00e1dio Terra Planeta \u00c1gua<\/strong>&nbsp;(2001);&nbsp;<strong>Nem Todo Lixo \u00e9 Lixo<\/strong>&nbsp;(2004 a 2008); e&nbsp;<strong>Alice no Pa\u00eds Sem Maravilhas<\/strong>&nbsp;(2005 a 2007). Esses espet\u00e1culos contavam com textos de Margareth Maia e com a dire\u00e7\u00e3o de Ver\u00f4nica Gomes, e circulavam principalmente em institui\u00e7\u00f5es de ensino e foram apresentados no Instituto Terra, na cidade de Aimor\u00e9s, em Minas Gerais. Seu trabalho mais recente nos palcos \u00e9<strong>&nbsp;Corpus em Vidas<\/strong>&nbsp;(2023), novo espet\u00e1culo do Teatro Experimental Capixaba, que volta aos palcos em 2024.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">CINEMA E TELEVIS\u00c3O<\/mark><\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"640\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Beatitude_02-1024x640.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-64764\" style=\"width:821px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Beatitude_02-1024x640.png 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Beatitude_02-980x613.png 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/22\/2024\/04\/Beatitude_02-480x300.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><sub><em>Suely Bispo ao lado do ator Markus Konk\u00e1 no filme Beatitude, de D\u00e9lio Freire. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o <\/em><\/sub><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No cinema, sua primeira apari\u00e7\u00e3o foi em&nbsp;<strong>Fausto<\/strong>, curta-metragem produzido para integrar a encena\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo hom\u00f4nimo do Teatro Experimental Capixaba, em 1995. Ao longo de mais de tr\u00eas d\u00e9cadas de trabalho, ela integrou o elenco de dezenas de trabalhos no audiovisual como a fic\u00e7\u00e3o&nbsp;<strong>Her\u00f3i da Bingol\u00e2ndia<\/strong>, curta-metragem de 2001 dirigido e roteirizado por Ricardo S\u00e1 e Alexandre Serafini. Em 2003, fez uma participa\u00e7\u00e3o em&nbsp;<strong>E no Princ\u00edpio Era o Verbo<\/strong>, de Virg\u00ednia Jorge. Em&nbsp;<strong>3331<\/strong>&nbsp;(2011), de Jorge Nascimento, ela \u00e9 uma das personagens protagonistas do roteiro.&nbsp; Em 2014, interpretou duas prostitutas na fic\u00e7\u00e3o&nbsp;<strong>Cais dos C\u00e3es<\/strong>, curta-metragem roteirizado e dirigido por Marcos Veronese. No mesmo ano, atuou no curta&nbsp;<strong>A Letra do A<\/strong>, produ\u00e7\u00e3o institucional do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o dirigida por Jefinho Pinheiro. Em 2015, viveu a orix\u00e1 Oxum na fic\u00e7\u00e3o afro-futurista&nbsp;<strong>Beatitude<\/strong>, de D\u00e9lio Freire, em que divide a tela com o ator Markus Konk\u00e1.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ano de 2016,&nbsp;Suely&nbsp;Bispo&nbsp;estreou na teledramaturgia. A atriz foi convidada a integrar o elenco da segunda fase da novela&nbsp;<strong>Velho Chico<\/strong>, obra de Benedito Ruy Barbosa e Edmara Barbosa, com dire\u00e7\u00e3o de Luiz Fernando Carvalho. Sua personagem era a m\u00e3e preta e cozinheira Doninha que na primeira fase foi interpretada pela atriz B\u00e1rbara Reis. Ela foi descoberta atrav\u00e9s das redes sociais e por interm\u00e9dio do ator Markus Konk\u00e1. \u201cFui privilegiada pela sorte e pelo destino, pois meu primeiro trabalho na televis\u00e3o teve a dire\u00e7\u00e3o de um diretor consagrado como Luiz Fernando Carvalho\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2018, a atriz fez sua estreia em longas-metragens no&nbsp;<em>roadie movie<\/em>&nbsp;<strong>Os Incontest\u00e1veis<\/strong>, de Alexandre Serafini. No mesmo ano esteve no elenco dos curtas-metragens&nbsp;<strong>Os Mais Amados<\/strong>, de Rodrigo de Oliveira, no qual interpretou a m\u00e3e de Jesus; e&nbsp;<strong>Abelha Rainha<\/strong>, de Thayla Fernandes. Seus trabalhos mais recentes no audiovisual s\u00e3o o document\u00e1rio<strong>&nbsp;A Coisa t\u00e1 Preta<\/strong>&nbsp;(2021), de Gabriel Filipe; a webs\u00e9rie&nbsp;<strong>Capixabas de Luta<\/strong>&nbsp;(2021), de Cintia Braga, em que viveu novamente Maria Tomba-Homem; e os longas-metragens<strong>&nbsp;A Mat\u00e9ria Noturna<\/strong>&nbsp;(2021), de Bernard Lessa; e o terror&nbsp;<strong>Destinos das Sombras<\/strong>&nbsp;(2023), de Klaus Berg.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Suely&nbsp;Bispo&nbsp;ainda tem quatro trabalhos para o cinema em fase de finaliza\u00e7\u00e3o e que devem ser lan\u00e7ados em breve. S\u00e3o eles:&nbsp;<strong>Margeado<\/strong>, de Diego Zon;&nbsp;<strong>A Inven\u00e7\u00e3o do Orum<\/strong>, de Paulo Sena;&nbsp;<strong>Sola<\/strong>, de Nat\u00e1lia Dornelas; e&nbsp;<strong>Pir\u00e2mides<\/strong>, de Alex Buck.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><mark class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\"><strong>L<\/strong>ITERATURA<\/mark><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 bem evidente na trajet\u00f3ria de&nbsp;Suely&nbsp;a milit\u00e2ncia pela valoriza\u00e7\u00e3o da cultura afro-brasileira. No final dos anos 1980, ela participou do Grupo Ra\u00e7a, organiza\u00e7\u00e3o que congregava estudantes e militantes negros na Ufes. Essa tem\u00e1tica tamb\u00e9m perpassa muitos de seus trabalhos no teatro e no cinema, al\u00e9m de estar expressa em sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e historiogr\u00e1fica, como o livro&nbsp;<strong>Resist\u00eancia Negra na Grande Vit\u00f3ria: dos Quilombos ao Movimento Negro<\/strong>, obra que foi publicada em 2006.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante a vida universit\u00e1ria,&nbsp;Suely&nbsp;se aproximou dos textos po\u00e9ticos por meio da via teatral. No in\u00edcio dos anos 1990, integrou o Guardi\u00e3es da Poesia, grupo que fazia adapta\u00e7\u00f5es dramat\u00fargicas a partir de v\u00e1rios autores. Mas sua rela\u00e7\u00e3o com a literatura vai al\u00e9m dos trabalhos nos palcos. Ela \u00e9 autora de tr\u00eas publica\u00e7\u00f5es voltadas para a poesia:&nbsp;<strong>Desnudalmas<\/strong>&nbsp;(2009),&nbsp;<strong>L\u00e1grima Fora do Lugar<\/strong>&nbsp;(2016) e&nbsp;<strong>Conversas Com o Sil\u00eancio&nbsp;<\/strong>(2022).&nbsp;Ainda no campo da literatura, a autora tem um trabalho in\u00e9dito como tradutora. Ela traduziu do espanhol para o portug\u00eas&nbsp;<em>La Sal de la Locura<\/em>, do escritor Fredy Yezzed.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Suely&nbsp;Bispo&nbsp;tamb\u00e9m atuou como gestora p\u00fablica. Em 2012, ela atuou como a primeira coordenadora do&nbsp;<strong>Museu Capixaba do Negro \u201cVer\u00f4nica da Pas\u201d&nbsp;<\/strong>ap\u00f3s sua reforma e restaura\u00e7\u00e3o. O espa\u00e7o \u00e9 um equipamento de valoriza\u00e7\u00e3o e reconhecimento da cultura afro-brasileira que oferece oficinas, exposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, pesquisas e ocupa\u00e7\u00e3o cultural por artistas e coletivos culturais e sociais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">31\u00ba FCV<\/mark><\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De&nbsp;<strong>20 a 25 de julho<\/strong>, acontece o&nbsp;<strong>31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong>, que apresentar\u00e1 a safra atual e in\u00e9dita do cinema brasileiro. Al\u00e9m das exibi\u00e7\u00f5es nas mostras competitivas, o evento contar\u00e1 com sess\u00f5es especiais, debates, forma\u00e7\u00f5es e homenagens que transformar\u00e3o a cidade de Vit\u00f3ria na capital do cinema brasileiro. Toda&nbsp;<strong>programa\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;\u00e9&nbsp;<strong>gratuita<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O&nbsp;<strong>31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong>&nbsp;conta com o patroc\u00ednio master do&nbsp;<strong>Instituto Cultural Vale&nbsp;<\/strong>e<strong>&nbsp;Petrobras,&nbsp;<\/strong>atrav\u00e9s da&nbsp;<strong>Lei de Incentivo \u00e0 Cultura, Minist\u00e9rio da Cultura.&nbsp;<\/strong>Conta tamb\u00e9m com o patroc\u00ednio da ArcelorMittal atrav\u00e9s da&nbsp;<strong>Lei de Incentivo \u00e0 Cultura Capixaba<\/strong>,&nbsp;<strong>Secretaria da Cultura do Esp\u00edrito Santo<\/strong>. Conta com a parceria do&nbsp;<strong>Sesc Gl\u00f3ria<\/strong>. Tem apoio da&nbsp;<strong>Rede Gazeta,<\/strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>Canal Brasil,&nbsp;<\/strong>do&nbsp;<strong>Canal Like&nbsp;<\/strong>e da&nbsp;<strong>Carla Buaiz J\u00f3ias<\/strong>, da&nbsp;<strong>TVE Esp\u00edrito Santo<\/strong>&nbsp;e do&nbsp;<strong>Canal Like<\/strong>. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da&nbsp;<strong>Galp\u00e3o Produ\u00e7\u00f5es<\/strong>&nbsp;e do&nbsp;<strong>Instituto Brasil de Cultura e Arte&nbsp;<\/strong>(<strong>IBCA<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong><mark class=\"has-inline-color has-vivid-purple-color\">SERVI\u00c7O<\/mark><\/strong><br><strong>Coletiva da Homenageada Capixaba &#8211; 31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong><br><strong>Data<\/strong>: s\u00e1bado (20)<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 17 horas<br><strong>Local<\/strong>: audit\u00f3rio do Hub ES+ &#8211; Pra\u00e7a Costa Pereira, 30 &#8211; Centro, Vit\u00f3ria (ES)<\/h5>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cerim\u00f4nia de Homenagem &#8211; 31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong><br><strong>Data<\/strong>: s\u00e1bado (20)<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19 horas<br><strong>Local<\/strong>: Teatro Gl\u00f3ria (Sesc Gl\u00f3ria), Av. Jer\u00f4nimo Monteiro, 428 &#8211; Centro, Vit\u00f3ria (ES)<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma artista que transita com talento e compet\u00eancia no audiovisual, no teatro e na literatura. Assim \u00e9 Suely Bispo, a Homenageada Capixaba do 31\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria, que acontece de 20 a 25 de julho, na cidade de Vit\u00f3ria. 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