{"id":56072,"date":"2021-07-06T09:00:00","date_gmt":"2021-07-06T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/?p=56072"},"modified":"2021-07-14T12:12:31","modified_gmt":"2021-07-14T15:12:31","slug":"retrospectiva-da-mostra-mulheres-no-cinema-revisita-safra-recente-do-curta-metragem-dirigido-por-elas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/2021\/07\/06\/retrospectiva-da-mostra-mulheres-no-cinema-revisita-safra-recente-do-curta-metragem-dirigido-por-elas\/","title":{"rendered":"Retrospectiva da Mostra Mulheres no Cinema revisita safra recente do curta-metragem dirigido por elas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A representatividade feminina \u00e9 o centro da Mostra Mulheres no Cinema, janela exibida dentro da programa\u00e7\u00e3o do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria h\u00e1 cinco anos. Antes de apresentar a nova edi\u00e7\u00e3o &#8211; em novembro de 2021 na programa\u00e7\u00e3o do 28FCV &#8211; acontece entre os dias 14 e 15 de julho, quarta e quinta-feira, a partir das 19 horas, no canal de YouTube do <strong>Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong>, a <strong>Itiner\u00e2ncia Feminina &#8211; Mostra Mulheres no Cinema<\/strong>, sess\u00e3o especial que apresenta um recorte sobre a produ\u00e7\u00e3o feminina no audiovisual brasileiro.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O p\u00fablico vai poder conferir oito filmes (os curtas-metragens ficar\u00e3o dispon\u00edveis por dois meses ap\u00f3s a primeira exibi\u00e7\u00e3o) que apresentam diversos aspectos das viv\u00eancias e lutas femininas no mundo contempor\u00e2neo. Para Saskia S\u00e1, curadora desta edi\u00e7\u00e3o retrospectiva, \u201cPensar e escrever sobre o cinema realizado por mulheres \u00e9 criar um territ\u00f3rio para que mundos ainda n\u00e3o vis\u00edveis sejam narrados. Toda a minha viv\u00eancia cineclubista me mostrou que o filme se faz no encontro onde afeta as vidas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a diretora do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria, Lucia Caus, a mostra \u00e9 uma oportunidade de refletir sobre a constru\u00e7\u00e3o feminina na atualidade. \u201cA Mostra Mulheres no Cinema \u00e9 mais uma janela dentro do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria para visibilizar a produ\u00e7\u00e3o audiovisual feminina. Esse recorte proposto pela Itiner\u00e2ncia Feminina \u00e9 uma sele\u00e7\u00e3o potente de assuntos que atravessam a vida de in\u00fameras mulheres, al\u00e9m de uma nova oportunidade de conferir o talento de uma gera\u00e7\u00e3o de realizadoras\u201d.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sess\u00e3o<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de apresentar uma sele\u00e7\u00e3o com produ\u00e7\u00f5es com foco no cinema feminista, os curtas-metragens direcionam a neccessidade de cada vez mais descontruir padr\u00f5es que cercam e se imp\u00f5em sobre vida das mulheres. <strong>Dentro de Casa<\/strong>, de Yasmin Nolasco, traz uma protagonista negra que sofre <em>gaslighting <\/em>do companheiro. <strong>Revejo<\/strong> de L\u00e1isa Freitas, \u00e9 uma investiga\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria diretora sobre a sua negritude, dando origem a uma webs\u00e9rie com entrevistas de outras mulheres negras sobre o tema. <strong>Mc Jess<\/strong>, de Carla Villa-Lobos, \u00e9 sobre uma poeta negra que encontra na arte uma forma de se expressar e superar suas inseguran\u00e7as. J\u00e1 <strong>Em Busca de L\u00e9lia<\/strong>, de Beatriz Vieirah, trata da busca pela ancestralidade inspirada na hist\u00f3ria da fil\u00f3sofa e antrop\u00f3loga L\u00e9lia Gonzalez.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O curta-metragem <strong>Fofa<\/strong>, de Flora Pappalardo, fala sobre a ressignifica\u00e7\u00e3o de corpos gordos. <strong>Deus te d\u00ea Boa Sorte<\/strong>, de Jaqueline Farias, traz um recorte sobre a vida das mulheres parteiras da comunidade ind\u00edgena Pankaru. <strong>Afeto<\/strong>, de Gabriela Gaia Meirelles e Tain\u00e1 Medina, utiliza a linguagem experimental para olhar a cidade e sua arquitetura no embate com os corpos femininos. <strong>Esmalte Vermelho Sangue<\/strong>, document\u00e1rio de Gabriela Altaf, se apropria do discurso publicit\u00e1rio para tra\u00e7ar um paralelo entre a violenta modelagem dos corpos para sua adequa\u00e7\u00e3o aos padr\u00f5es de beleza e as viol\u00eancias cotidianas dos relacionamentos abusivos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Abertura&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na abertura do evento, tamb\u00e9m \u00e0s 19 horas, ser\u00e1 exibido um v\u00eddeo com a editora Natara Ney. Ela fala sobre a participa\u00e7\u00e3o plena e efetiva de mulheres nos postos de trabalho, al\u00e9m dos processos da constru\u00e7\u00e3o audiovisual. Entre os trabalhos realizados por Natara como editora est\u00e3o \u201cTain\u00e1 3\u201d e \u201cDesenrola\u201d, de Rosane Svartman; \u201cO Mist\u00e9rio do Samba\u201d, de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor; \u201cTodas as Mulheres do Mundo\u201d e \u201cSepara\u00e7\u00f5es\u201d, de Domingos de Oliveira; bem como nas s\u00e9ries de TV \u201c\u00d3 Pa\u00ed, \u00d3\u201d, de Monique Gardenberg, e \u201cNovas Fam\u00edlias\u201d, de Jo\u00e3o Jardim. Em 2010, escreveu e dirigiu o curta \u201cUm Outro Ensaio\u201d, premiado nos festivais de Gramado e Triunfo.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mostra&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>Mostra Mulheres no Cinema<\/strong> abre espa\u00e7o exclusivo para mulheres realizadoras, e intenciona dar destaque ao trabalho de mulheres no mercado cinematogr\u00e1fico brasileiro, propiciando o debate sobre quest\u00f5es de g\u00eanero e evidenciando discursos de empoderamento e questionamentos sobre a igualdade de direitos no contexto social contempor\u00e2neo, atrav\u00e9s de suas produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>Comiss\u00e3o de Sele\u00e7\u00e3o<\/strong> da mostra \u00e9 formada pela escritora, ilustradora, diretora e roteirista, <strong>Saskia S\u00e1<\/strong>; pela educadora e pesquisadora <strong>B\u00e1rbara Caz\u00e9<\/strong>; e pela pesquisadora da representa\u00e7\u00e3o da mulher negra no audiovisual brasileiro contempor\u00e2neo, <strong>Hegli Lot\u00e9rio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com realiza\u00e7\u00e3o da <strong>Galp\u00e3o Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas e Culturais<\/strong> e do <strong>Instituto Brasil de Cultura e Arte &#8211; IBCA<\/strong>, o projeto conta com recursos da <strong>Lei Aldir Blanc<\/strong>, via Edital de Sele\u00e7\u00e3o de Projetos e Concess\u00e3o de Pr\u00eamio &#8220;Cultura Digital&#8221; &#8211; Apoio \u00e0 Produ\u00e7\u00e3o de Conte\u00fados Digitais no Estado do Esp\u00edrito Santo, por interm\u00e9dio da <strong>Secretaria de Estado da Cultura<\/strong> <strong>(Secult ES<\/strong>), direcionada pela <strong>Secretaria Especial da Cultura do Minist\u00e9rio do Turismo<\/strong>,<strong> Governo Federal<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\"><strong>ITINER\u00c2NCIA FEMININA<\/strong><br><strong>MOSTRA MULHERES NO CINEMA&nbsp;<\/strong><br><strong>14 DE JULHO&nbsp;I 19 HORAS<\/strong><br><strong>ONLINE E GRATUITO<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"450\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Foto_-Filme-Em-busca-de-Lelia0-768x450-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56073\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Foto_-Filme-Em-busca-de-Lelia0-768x450-1.png 768w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Foto_-Filme-Em-busca-de-Lelia0-768x450-1-480x281.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 768px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>EM BUSCA DE L\u00c9LIA, de Beatriz Vieirah&nbsp;<\/strong><br>[DOC, 15&#8242;, BA, 2017]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u00e9lia Gonzalez. Seguindo os passos desse nome, come\u00e7o a busca pela minha ancestralidade e por retrat\u00e1-la. Professora e antrop\u00f3loga, mulher \u00e0 frente do seu tempo, protagonista na milit\u00e2ncia junto ao Movimento Negro nos anos 1970\/1980, per\u00edodo no qual percorreu diversas cidades e pa\u00edses -, sempre afirmando sua identidade e denunciando o mito da democracia racial. Um s\u00edmbolo de resist\u00eancia e da luta pelos direitos de ind\u00edgenas, negros e mulheres. Os afetos de L\u00e9lia me guiam por toda caminhada. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: Livre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"574\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/MCJess_5_foto-AndressaGuerra-1024x574.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56074\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/MCJess_5_foto-AndressaGuerra-980x550.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/MCJess_5_foto-AndressaGuerra-480x269.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>MC JESS, de Carla Villa-Lobos<\/strong><br>[FIC, 20&#8242;, RJ, 2018]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e9ssica tem que enfrentar o preconceito cotidiano. Encontra na arte uma forma de se expressar e superar suas inseguran\u00e7as. Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 16 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"703\" height=\"405\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Esmalte-Vermelho-Sangue-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56075\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Esmalte-Vermelho-Sangue-3.png 703w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Esmalte-Vermelho-Sangue-3-480x277.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 703px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>ESMALTE VERMELHO SANGUE, de Gabriela Altaf<\/strong><br>[DOC, 13&#8242;, RJ, 2020]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sinopse: A partir de entrevistas in\u00e9ditas, com mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica, e usando apenas imagens de arquivo &#8211; de filmes de fic\u00e7\u00e3o e de canais do YouTube -, o document\u00e1rio trata da intercess\u00e3o entre pr\u00e1ticas de beleza e relacionamentos abusivos. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 16 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Revejo_Divulgacao.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56085\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Revejo_Divulgacao.png 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Revejo_Divulgacao-980x552.png 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Revejo_Divulgacao-480x270.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>REVEJO, de&nbsp; L\u00e1isa Freitas<\/strong><br>[DOC, 17&#8217;16&#8221;, ES, 2017]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Revejo investiga tanto o &#8220;tornar-se&#8221; negra quanto outras potencialidades da experi\u00eancia da negritude. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: Livre.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Dentro-de-Casa--1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56076\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Dentro-de-Casa--980x551.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Dentro-de-Casa--480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>DENTRO DE CASA, de Yasmin Nolasco&nbsp;<\/strong><br>[FIC, 13\u201958\u201d, ES, 2016]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Paula \u00e9 uma mulher jovem e casada, que vive um relacionamento em que n\u00e3o possui voz. Aos poucos, ela percebe sinais de que sua rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel e come\u00e7a a encarar o dif\u00edcil processo de liberta\u00e7\u00e3o. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 12 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"495\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Fofa-Divulgacao_.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56089\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Fofa-Divulgacao_.png 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Fofa-Divulgacao_-980x474.png 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/Fofa-Divulgacao_-480x232.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>FOFA, de Flora Pappalardo<\/strong><br>[FIC, 14&#8217;30&#8221;, SP, 2018]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Maria Clara, uma jovem de 16 anos, morre sem explica\u00e7\u00e3o aparente durante uma aula de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica. Durante a noite ela reaparece ressignificando o espa\u00e7o do col\u00e9gio Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: Livre.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/3_AFETO_PICS-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56077\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/3_AFETO_PICS-980x551.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/3_AFETO_PICS-480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>AFETO, de Gabriela Gaia Meirelles, Tain\u00e1 Medina<\/strong><br>[DOC, 15&#8242;, RJ, 2018]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em meio \u00e0 uma das maiores crises pol\u00edticas e representativas brasileiras, Afeto investiga o apagamento simb\u00f3lico da mulher no espa\u00e7o p\u00fablico atrav\u00e9s da arquitetura, performances e imagens de arquivo. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 16 Anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/foto-Deus-te-de-boa-sorte_1-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56078\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/foto-Deus-te-de-boa-sorte_1-980x551.png 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/07\/foto-Deus-te-de-boa-sorte_1-480x270.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>DEUS TE D\u00ca BOA SORTE<\/strong>, <strong>de Jaqueline Farias<\/strong><br>[DOC, 23&#8242;, PE, 2019]<\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Deus te d\u00ea boa sorte \u00e9 um curta-metragem documental que revela a voz ancestral das mulheres parteiras ind\u00edgenas Pankararu. Habitantes das margens do Rio S\u00e3o Francisco, na fronteira dos munic\u00edpios de Tacaratu, Jatob\u00e1 e Petrol\u00e2ndia, essas mulheres de espiritualidade antiga, carregam a experi\u00eancia de receber no mundo os pequenos \u00edndios e \u00edndias e de garantir que sangue, placenta e cord\u00e3o umbilical retornem para a terra, guardando o direito de que habitem o ch\u00e3o onde nasceram. M\u00e3e Dora, tia Ana, Luciene e Juliana s\u00e3o guias nesta viagem que descortina entre marac\u00e1s e toantes uma heran\u00e7a silenciosa onde cada mulher \u00e9 a guardi\u00e3 de um grande mist\u00e9rio. Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: Livre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mostra Itiner\u00e2ncia Feminina&nbsp; \u2013 Mostra Mulheres no Cinema&nbsp;&nbsp;<\/strong><br><strong>Quando<\/strong>: 14 de julho, quarta-feira&nbsp;<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19 horas<br><strong>Online e Gratuito<\/strong><br><strong>Canal de YouTube do FCV<\/strong> (youtube.com\/ibcavix)<br><em>*Os filmes ficar\u00e3o dispon\u00edveis por 60 dias ap\u00f3s a primeira exibi\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/em><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A representatividade feminina \u00e9 o centro da Mostra Mulheres no Cinema, janela exibida dentro da programa\u00e7\u00e3o do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria h\u00e1 cinco anos. 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