{"id":56035,"date":"2021-06-22T08:00:00","date_gmt":"2021-06-22T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/?p=56035"},"modified":"2021-06-21T16:50:34","modified_gmt":"2021-06-21T19:50:34","slug":"mostra-quatro-estacoes-10-anos-celebra-a-diversidade-do-cinema-queer-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/2021\/06\/22\/mostra-quatro-estacoes-10-anos-celebra-a-diversidade-do-cinema-queer-brasileiro\/","title":{"rendered":"Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es &#8211; 10 Anos celebra a diversidade do cinema queer brasileiro"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sess\u00f5es apresentam 10 filmes da primeira d\u00e9cada da mostra no m\u00eas do orgulho LGBTQIA+<\/em>\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es, janela audiovisual que aborda as viv\u00eancias da comunidade LGBTQIA+ completou 10 anos em 2020. Para celebrar este espa\u00e7o diverso e pioneiro de exibi\u00e7\u00e3o no Esp\u00edrito Santo &#8211; e que integra a programa\u00e7\u00e3o do <strong>Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong> -, acontece no m\u00eas do orgulho, a <strong>Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es &#8211; 10 Anos<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos dias 26 e 27 de junho, s\u00e1bado e domingo, a partir das 19 horas, no canal de YouTube do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria ser\u00e3o exibidos 10 curtas-metragens, divididos em duas sess\u00f5es (que ficar\u00e3o dispon\u00edveis durante 30 dias) e com classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 18 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os filmes selecionados foram originalmente apresentados nas dez edi\u00e7\u00f5es da Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es, dentre os que receberam o Trof\u00e9u Marlene de Melhor Filme e os agraciados com men\u00e7\u00f5es honrosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA diversidade \u00e9 uma das caracter\u00edsticas do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria. Apresentar viv\u00eancias diversas, atrav\u00e9s do audiovisual, tanto em mostras tem\u00e1ticas quanto em toda a programa\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma das marcas do evento. A Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es \u00e9 um espa\u00e7o para celebrar, refletir e estimular a empatia sobre as novas possibilidades de exist\u00eancias\u201d disse Lucia Caus, diretora do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Retrospectiva&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As mostras contam com a curadoria do cineasta, escritor e pesquisador na \u00e1rea audiovisual, doutor em Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura pela UFRJ, e professor do POSCOM, da Ufes <strong>Erly Vieira Jr<\/strong>, e do produtor audiovisual, editor e curador, <strong>Waldir Segundo<\/strong> e tem a proposta de evidenciar a multiplicidade de narrativas que envolvem esses filmes, al\u00e9m de compreender um pouco mais do impacto dessa produ\u00e7\u00e3o no contexto do cinema brasileiro atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cSe, nos anos 2000, boa parte dos curtas brasileiros situados nessa vertente ainda giravam em torno de realizadores e personagens gays, brancos, cisg\u00eaneros, da classe m\u00e9dia urbana sudestina e de seus problemas e pontos de vista, a segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI v\u00ea uma verdadeira diversifica\u00e7\u00e3o dessa produ\u00e7\u00e3o, diante e detr\u00e1s das c\u00e2meras, n\u00e3o somente em termos geogr\u00e1ficos, mas tamb\u00e9m de ra\u00e7a, classe social e, principalmente de g\u00eanero \u2013 ampliando consideravelmente o n\u00famero de filmes feitos por e para mulheres, pessoas trans e negrxs, bem como ampliando as quest\u00f5es e olhares que esses filmes lan\u00e7am\u201d pontuou a dupla de curadores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Filmes&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O curta-metragem <strong>Meninos do Arco-\u00cdris<\/strong>, de Herbert Bastos e Lamartine Neto, \u00e9 um document\u00e1rio que investiga as possibilidades para al\u00e9m do masculino e feminino. <strong>Convictas<\/strong>, de Kamila Barbosa Ferreira, aborda a perspectiva de mulheres que amam mulheres, mas rejeitam um modelo de feminilidade socialmente imposto. <strong>Wonderfull \u2013 Meu Eu Em Mim<\/strong>, de D\u00e1rio J\u00fanior, conta a trajet\u00f3ria de Natasha Wonderfull e de sua experi\u00eancia como mulher trans, enfermeira e militante. <strong>Azul Vazante<\/strong> aborda a dif\u00edcil rela\u00e7\u00e3o entre uma m\u00e3e cis e sua filha trans. <strong>Quem Tem Medo de Cris Neg\u00e3o?<\/strong>, convida diversas travestis, profissionais da noite paulistana, para contarem as hist\u00f3rias e crueldades da \u00faltima e mais controversa cafetina do centro de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nova Dubai<\/strong>, de Gustavo Vinagre, mistura especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e jogos sexuais em uma trama extremamente arrojada . <strong>Bonde<\/strong>, de Asaph Luccas, acompanha um grupo de jovens LGBTQIA+ em uma comunidade perif\u00e9rica de S\u00e3o Paulo. <strong>Cuscuz Peitinho<\/strong>, de Rodrigo Sena e Julio Castro, fala sobre a amizade na periferia de Natal, no Rio Grande do Norte. <strong>Stanley<\/strong>, de Paulo Roberto, apresenta um olhar de suspense e sensualidade no cinema <em>queer<\/em> brasileiro. <strong>Tea For Two<\/strong>, de Julia Katharine, fala do amor entre mulheres \u2013 uma trans, outra cis \u2013 e das m\u00fatliplas expectativas que dali podem surgir deste encontro.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Revista&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Junto com a mostra audiovisual ser\u00e1 lan\u00e7ada a revista online e gratuita <strong>Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es &#8211; 10 Anos<\/strong>, um cat\u00e1logo que apresenta a ficha t\u00e9cnica dos filmes exibidos, um texto curatorial sobre a sele\u00e7\u00e3o da mostra e uma mat\u00e9ria retrospectiva sobre a hist\u00f3ria da janela na programa\u00e7\u00e3o do Festival de Cinema de Vit\u00f3ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com realiza\u00e7\u00e3o da Galp\u00e3o Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas e Culturais, o projeto conta com recursos da Lei Aldir Blanc, via Edital de Sele\u00e7\u00e3o de Projetos e Concess\u00e3o de Pr\u00eamio Artes Integradas 2020, por interm\u00e9dio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult ES), direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Minist\u00e9rio do Turismo, Governo Federal.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-text-align-center wp-block-heading\"><strong>MOSTRA QUATRO ESTA\u00c7\u00d5ES &#8211; 10 ANOS<\/strong><br><strong>26 E 27 DE JUNHO I 19 HORAS<\/strong><br><strong>Programa\u00e7\u00e3o Completa<\/strong><br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o 18 Anos&nbsp;<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>26 JUNHO, S\u00c1BADO<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"725\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/MENINOS-DO-ARCO-IRIS-1024x725.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56036\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/MENINOS-DO-ARCO-IRIS-980x694.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/MENINOS-DO-ARCO-IRIS-480x340.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>MENINOS DO ARCO-\u00cdRIS<\/strong>, de Herbert Bastos e Lamartine Netto<br>[DOC, 24&#8242;, ES, 2013]&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Anita \u00e9 uma menina que mora numa ilha repleta de passagens para mundos secretos. Ao encontrar a porta que levar\u00e1 ao Arco \u00cdris &#8211; universo m\u00e1gico habitado por sete seres encantados &#8211; Anita realizar\u00e1 seu desejo de se transformar em menino?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"575\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CONVICTAS_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56039\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CONVICTAS_.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CONVICTAS_-980x550.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CONVICTAS_-480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>CONVICTAS, de Kamila Barbosa Ferreira<\/strong><br>[DOC, 16\u2019, ES, 2020]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u00e9sbicas caminhoneiras, fanchas, sapatonas: mulheres que amam outras mulheres e que rejeitam a feminilidade imposta a elas como algo inerente \u00e0 mulher, buscando evidenciar a sua rotina, como rela\u00e7\u00e3o com o trabalho, amigos, fam\u00edlia, amor e sociedade. Essa \u00e9 a hist\u00f3ria de Nat\u00e1lia, Thie e Lorena. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/WONDERFULL_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56040\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/WONDERFULL_.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/WONDERFULL_-980x654.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/WONDERFULL_-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>WONDERFULL- MEU EU EM MIM, de D\u00e1rio J\u00fanior\u00a0<\/strong><br>[DOC, 21\u2019, AL, 2016]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nem sempre os come\u00e7os s\u00e3o felizes, mas isso n\u00e3o importa para&nbsp; Natasha Wonderfull, pois ela sabe que o que a define s\u00e3o suas escolhas e quem deseja ser. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/AZUL-VAZANTE_.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-56041\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/AZUL-VAZANTE_.png 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/AZUL-VAZANTE_-980x551.png 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/AZUL-VAZANTE_-480x270.png 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>AZUL VAZANTE<\/strong>, de J\u00falia Alqu\u00e9res<br>[FIC, 16&#8242;, SP, 2018]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma m\u00e3e procura o filho em um leito hospitalar; encontra a filha entre margens e mar\u00e9s, do centro vaza azul. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CRIS-NEGAO_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56042\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CRIS-NEGAO_.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CRIS-NEGAO_-980x654.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CRIS-NEGAO_-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>QUEM TEM MEDO DE CRIS NEG\u00c3O?<\/strong>, de Ren\u00e9 Guerra<br>[DOC, 25\u2019, SP, 2012]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cristiane Jordan, ou Cris Neg\u00e3o como era chamada, foi uma travesti cafetina do centro de S\u00e3o Paulo conhecida por seus m\u00e9todos violentos de controle das outras travestis. Odiada e temida por uma legi\u00e3o, ela tamb\u00e9m tinha seus f\u00e3s, at\u00e9 que tragicamente foi assassinada com dois tiros na cabe\u00e7a. O filme \u00e9 um mergulho no universo das travestis, a partir dessa figura lend\u00e1ria do submundo de S\u00e3o Paulo . <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>27 DE JUNHO, DOMINGO<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/NOVA-DUBAI_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56043\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/NOVA-DUBAI_.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/NOVA-DUBAI_-980x654.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/NOVA-DUBAI_-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>NOVA DUBAI, de Gustavo Vinagre<\/strong><br>[FIC, 50\u2019, SP, 2014]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num bairro de classe m\u00e9dia numa cidade do interior do Brasil, a especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria amea\u00e7a os espa\u00e7os afetivos da mem\u00f3ria de um grupo de amigos. Sua resposta diante dessa iminente transforma\u00e7\u00e3o \u00e9 praticar sexo em locais p\u00fablicos e nessas constru\u00e7\u00f5es. E o amor? \u00c9 apenas mais uma constru\u00e7\u00e3o? \u00a0<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"436\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/BONDE-1024x436.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56044\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/BONDE-980x417.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/BONDE-480x204.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>BONDE, de Asaph Luccas<\/strong><br>[FIC, 18\u2019, SP, 2019]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tr\u00eas jovens negros da favela de Heli\u00f3polis saem em busca de ref\u00fagio na vida noturna LGBT+ do centro da cidade de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CUSCUZ-PEITINHO-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56045\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CUSCUZ-PEITINHO-980x653.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/CUSCUZ-PEITINHO-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>CUSCUZ PEITINHO<\/strong>, de Rodrigo Sena e Julio Castro<br>[FIC, 15&#8242;, RN, 2016]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Karol, 27 anos, sempre esteve aos cuidados da tia conservadora. Em sua aus\u00eancia ele permite se descobrir com a ajuda de um novo amigo. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/STANLEY_.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56046\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/STANLEY_.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/STANLEY_-980x551.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/STANLEY_-480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>STANLEY, de Paulo Roberto&nbsp;<\/strong><br>[FIC, 19&#8242;,PB, 2016]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando eu tinha sete, oito anos&#8230; vi meu pai conversando com um amigo. N\u00e3o entendia muito bem o que eles estavam falando&#8230; o que eu mais lembro era dos l\u00e1bios mexendo. Fiquei com vontade de beijar a boca do amigo do meu pai! <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/TEA-FOR-TWO-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-56047\" srcset=\"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/TEA-FOR-TWO-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/TEA-FOR-TWO-980x551.jpg 980w, https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/conteudo\/uploads\/sites\/2\/2021\/06\/TEA-FOR-TWO-480x270.jpg 480w\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>TEA FOR TWO, de Julia Katharine<\/strong><br>[FIC, 25&#8242;, SP, 2018]<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Silvia \u00e9 uma cineasta de meia idade em crise com sua vida. Na mesma noite em que \u00e9 surpreendida pela visita da ex-esposa, que a largou h\u00e1 alguns anos, conhece outra mulher que a fascina. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es &#8211; 10 Anos&nbsp;<\/strong><br><strong>Quando<\/strong>: 26 e 27 de junho<br><strong>Hor\u00e1rio<\/strong>: 19 horas<br><strong>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa<\/strong>: 18 Anos&nbsp;<br><strong>Online e Gratuito<br>Canal de YouTube do FCV<\/strong> (youtube.com\/ibcavix)<br><em>*<strong>Os filmes ficar\u00e3o dispon\u00edveis por 30 dias ap\u00f3s a primeira exibi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sess\u00f5es apresentam 10 filmes da primeira d\u00e9cada da mostra no m\u00eas do orgulho LGBTQIA+\u00a0\u00a0 A Mostra Quatro Esta\u00e7\u00f5es, janela audiovisual que aborda as viv\u00eancias da comunidade LGBTQIA+ completou 10 anos em 2020. Para celebrar este espa\u00e7o diverso e pioneiro de exibi\u00e7\u00e3o no Esp\u00edrito Santo &#8211; e que integra a programa\u00e7\u00e3o do Festival de Cinema de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":56052,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[93],"tags":[242,98,112,190,111,241],"class_list":["post-56035","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-cinema-queer","tag-festival-de-cinema-de-vitoria","tag-lgbt","tag-lgbtqia","tag-mostra-quatro-estacoes","tag-mostra-quatro-estacoes-10-anos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56035","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56035"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56035\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56050,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56035\/revisions\/56050"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56052"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56035"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56035"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56035"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}