{"id":55783,"date":"2020-11-29T16:01:00","date_gmt":"2020-11-29T19:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/vitoriacinevideo.com.br\/27fv\/?p=55783"},"modified":"2020-12-03T12:03:56","modified_gmt":"2020-12-03T15:03:56","slug":"debate-da-quinta-sessao-competitiva-nacional-reafirma-a-potencia-da-producao-audiovisual-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/2020\/11\/29\/debate-da-quinta-sessao-competitiva-nacional-reafirma-a-potencia-da-producao-audiovisual-brasileira\/","title":{"rendered":"Debate da Quinta Sess\u00e3o Competitiva Nacional reafirma a pot\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o audiovisual brasileira"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O <strong>Debate da Quinta Sess\u00e3o Competitiva Nacional<\/strong> reuniu os realizadores para falar sobre os \u201cfilmes ensaios\u201d como definiram os mediadores da conversa <strong>Filippo Pitanga<\/strong>, jornalista e cr\u00edtico, e\u00a0 <strong>Viviane A. Pistache<\/strong>, doutoranda em psicologia e cinema pela USP e cr\u00edtica de cinema para o portal Geled\u00e9s. O bate-papo, que aconteceu na manh\u00e3 de domingo (29) girou em torno dos curtas exibidos na <strong>24\u00aa Mostra Competitiva Nacional de Longas<\/strong> e da <strong>10\u00aa Mostra Competitiva Nacional de Curtas<\/strong>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Participaram do debate: La\u00eds Santos Ara\u00fajo, diretora de <strong>Como Ficamos da Mesma Altura<\/strong>; Lia Let\u00edcia, realizadora da fic\u00e7\u00e3o <strong>Thinya<\/strong>; Karkar\u00e1 Tunga representando o filme <strong>O Verbo se Fez Carne<\/strong>; e o diretor Yuri Costa, ao lado da atriz Val\u00e9ria Mon\u00e3, representando <strong>Egum<\/strong>. Al\u00e9m de Beto Amaral, diretor de <strong>Para Onde Voam as Feiticeiras<\/strong>, que estava ao lado das manas&nbsp; Ave Terrena, Gabriel Lodi e Tatha Lopes que integram o elenco do filme.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O bate-papo come\u00e7ou com a diretora de Como Ficamos da Mesma Altura, <strong>La\u00eds Santos Ara\u00fajo<\/strong> falando sobre o processo inicial do curta. &#8220;O filme come\u00e7ou a ser gerado quando comecei a lembrar dessa cidade que eu ia muito quando eu era crian\u00e7a, no interior de Alagoas, que \u00e9 a cidade dos meus pais. Eu passei boa parte da minha inf\u00e2ncia l\u00e1. Essa \u00e9 a primeira vez que eu tive a chance de fazer uma fic\u00e7\u00e3o com uma equipe, financiada por um edital. A primeira chance que eu tive de fazer isso e eu quis gravar o filme em Anadia. Foi a primeira raz\u00e3o pra eu ter come\u00e7ado o filme\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Yuri Costa<\/strong>, do filme Egum, falou das v\u00e1rias etapas pela qual o curta-metragem passou. &#8220;Ele surge de v\u00e1rios lugares e ele surge o tempo todo, a cada minuto, de cada passo que a gente dava, o Egum era reinventado. Desde a proposta inicial at\u00e9 a finaliza\u00e7\u00e3o do filme, o Egum surge de um lugar dolorido, de uma forma geral, afinal a gente tava falando de um processo de coloniza\u00e7\u00e3o, de um processo de coloniza\u00e7\u00e3o f\u00edsica, material, mas tamb\u00e9m de coloniza\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, enfim, algumas coisas que a gente estava tentando mobilizar ali. Mas ele tamb\u00e9m parte de um lugar de tra\u00e7ar hist\u00f3rias poss\u00edveis a partir da\u00ed. E tentar sobretudo um filme de disputa entre uma hist\u00f3ria com H mai\u00fasculo e uma hist\u00f3ria que est\u00e1 tentando sair, tentando emergir de uma forma geral\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Lia Let\u00edcia<\/strong>, diretora do curta, falou sobre a ideia inicial do projeto. &#8220;O Thinya&nbsp; nasceu de uma viagem, a primeira e \u00fanica que eu fiz para Europa, em uma resid\u00eancia de artes visuais. E Thinya nasce l\u00e1 por acaso. Eu encontro um material imag\u00e9tico, as fotografias do filme, que eu encontro por acaso em uma feira de rua. Foi realmente um encontro, com v\u00e1rias quest\u00f5es subjetivas rondando essa minha viagem para Berlim e o encontro com esse \u00e1lbum acabou se tornando o que vem a ser o Thinya. \u00c9 um filme de processo no sentido de uma vontade de um outro <em>modus operandi<\/em> desse fazer cinema&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Representando o filme O Verbo se Fez Carne, <strong>Karkar\u00e1 Tunga<\/strong> falou sobre as etapas do filme. \u201cO projeto se inicia com o Ziel<em> [Karapat\u00f3, diretor]<\/em> que pensa uma performance, que vai culminar no filme depois. Quando ele est\u00e1 na ocupa\u00e7\u00e3o da faculdade, em 2016, ele pensa nessa performance e ele vai desenvolvendo essa proposta e, em 2018, ele \u00e9 contemplado em um pr\u00eamio para executar essa performance e quando eu entro na equipe que \u00e9 formada por tr\u00eas pessoas, tr\u00eas ind\u00edgenas universit\u00e1rios\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Beto Amaral<\/strong>, co-diretor de Para Onde Voam as Feiticeiras, falou da pot\u00eancia que s\u00e3o as personagens do filme. &#8221; A gente ficou um ano trabalhando no roteiro juntes. N\u00f3s falamos &#8216;vamos escolher as manas&#8217; que v\u00e3o trazer fisicalidade para esse filme. Fizemos uma pesquisa e conhecemos Mariana, Ave, Gabriel, Preta e o encontro com todas essas manas foi uma explos\u00e3o! O roteiro que a gente tinha e pusemos de lado e come\u00e7amos a repensar tudo de novo\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a0O <strong>27\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria<\/strong> conta com o Patroc\u00ednio do Minist\u00e9rio do Turismo, atrav\u00e9s da Lei de Incentivo \u00e0 Cultura, e do Banestes. Conta com o apoio da Unimed Vit\u00f3ria, da Rede Gazeta, do Canal Brasil, da Stella Artois e da Suzano. Conta tamb\u00e9m com o apoio institucional do Centro T\u00e9cnico do Audiovisual (CTAv), da Tower Web, da Dot, da Link Digital, da Mistika, da ABD Capixaba, da Carla Buaiz J\u00f3ias, do Findes, do Sesi Cultural e da Secretaria de Estado da Cultura do Esp\u00edrito Santo. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da Galp\u00e3o Produ\u00e7\u00f5es e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para conferir na \u00edntegra o Debate da Quinta Sess\u00e3o Competitiva Nacional<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"LIVE 27FCV - Debate da Quinta Sess\u00e3o Competitiva Nacional\" width=\"300\" height=\"169\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pvYCO9ErAMU?start=482&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Debate da Quinta Sess\u00e3o Competitiva Nacional reuniu os realizadores para falar sobre os \u201cfilmes ensaios\u201d como definiram os curadores Filippo Pitanga, jornalista e cr\u00edtico, e  Viviane A. Pistache, doutoranda em psicologia e cinema pela USP e cr\u00edtica de cinema para o portal Geled\u00e9s. <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":55784,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"off","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[93],"tags":[94,109,180,170,98,110,127,128],"class_list":["post-55783","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-27fcv","tag-curtas-metragens","tag-debates","tag-festival-de-cinema","tag-festival-de-cinema-de-vitoria","tag-longas-metragens","tag-mostra-competitiva-nacional-de-curtas","tag-mostra-competitiva-nacional-de-longas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=55783"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55783\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55787,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/55783\/revisions\/55787"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=55783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=55783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=55783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}