{"id":52903,"date":"2020-05-27T16:22:08","date_gmt":"2020-05-27T19:22:08","guid":{"rendered":"http:\/\/vitoriacinevideo.com.br\/27fv\/?p=52903"},"modified":"2020-09-04T16:02:49","modified_gmt":"2020-09-04T19:02:49","slug":"fcvemcasa-23a-mostra-competitiva-de-curtas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaldevitoria.com.br\/27fv\/2020\/05\/27\/fcvemcasa-23a-mostra-competitiva-de-curtas\/","title":{"rendered":"#FCVemCasa: 23\u00aa Mostra Competitiva de Curtas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Festival de Cinema de Vit\u00f3ria lan\u00e7ou o #FCVemCasa para voc\u00ea poder ver ou rever os filmes que fizeram parte da edi\u00e7\u00e3o passada do Festival. Pensamos em voc\u00ea que est\u00e1 em casa isolado socialmente em face \u00e0 pandemia da Covid-19 no Brasil e no exterior.&nbsp;O #FCVemCasa \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o do <strong>Cineclube S\u00e3o Jorge<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os filmes selecionados para a 23\u00aa Mostra Competitiva Nacional de Curtas s\u00e3o um recorte da safra de curtas produzida entre 2018 e 2019, e aprofundam quest\u00f5es e tens\u00f5es sobre a realidade do pa\u00eds, refor\u00e7ando o papel questionador do cinema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A comiss\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o da mostra foi composta por um time de quatro profissionais com os mais variados backgrounds nos campos do cinema e audiovisual: Flavia Candida, curadora, cineasta e produtora; Erly Vieira Jr, cineasta, escritor, pesquisador na \u00e1rea audiovisual e professor da Ufes; Ursula Dart, realizadora, produtora, diretora e fot\u00f3grafa de filmes; e Waldir Segundo, Programador do Cine Metr\u00f3polis e pesquisador de cinema.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Erly Vieira Jr, um dos curadores da mostra, apresenta a sele\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cInvestigar, questionar e fabular acerca das in\u00fameras fraturas e cicatrizes de um pa\u00eds \u201cquase continente\u201d sempre foram estrat\u00e9gias utilizadas por nosso cinema em sua hist\u00f3ria, buscando compreender a realidade que nos cerca. Na \u00faltima d\u00e9cada, isso se intensificou, especialmente no contexto do curta-metragem, \u00e0 medida que novos segmentos sociais, para al\u00e9m da hegem\u00f4nica monocultura audiovisual de sempre, foram se tornando, a passos largos, sujeitos dos discursos f\u00edlmicos e passaram, cada vez mais, a produzir e fazer circular suas pr\u00f3prias imagens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atual safra de curtas-metragens que comp\u00f5em esta mostra prosseguem nas veredas abertas pelas levas anteriores, aprofundando quest\u00f5es e por vezes arriscando respostas para as in\u00fameras tens\u00f5es e lacunas que surgem no tecido social de um Brasil em intensa convuls\u00e3o, tomado por impasses diante das quais nosso cinema n\u00e3o pode jamais se omitir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns filmes buscam ampliar os modos de cartografar as experi\u00eancias daqueles que sobrevivem \u00e0s margens do sistema \u2013 sem-teto, refugiados, popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria \u2013 e, nesses casos, \u00e9 interessante entender que os olhares renovados, mais atentos e situados al\u00e9m dos usuais estere\u00f3tipos, como os propostos, respectivamente, pelos filmes <strong>Arquitetura dos que habitam, Ref\u00fagio <\/strong>e<strong> Quando elas Cantam<\/strong><em>, <\/em>tamb\u00e9m v\u00eam acompanhado de elaborados desenhos sonoros que buscam sacudir o espectador de seu habitual torpor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Especificamente no \u00faltimo desses filmes, o ato de cantar e sentir a musicalidade ecoar pelo pr\u00f3prio corpo \u00e9 o elemento que refaz os v\u00ednculos entre as detentas, evidenciando uma ideia de comunidade como modo de resistir, que tamb\u00e9m atravessa outras obras desta mostra. \u00c9 o caso de<em> <\/em><strong>Fartura<\/strong>, que resgata a centralidade da partilha e abund\u00e2ncia do alimento nas reuni\u00f5es das fam\u00edlias negras, como aspecto fundamental da cultura afrodiasp\u00f3rica brasileira, ou ainda de <strong>Guaxuma<\/strong><em>, <\/em>que aposta na amizade como primeiro escudo de enfrentamento da dureza o mundo<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por vezes, as formas de resistir partem de quest\u00f5es individuais para ressignificar seu entorno \u2013 como os surpreendentes pontos de vista do garoto que toma para si o foco do document\u00e1rio <strong>Cor de pele<\/strong>, ou a transfigura\u00e7\u00e3o do super-her\u00f3i de quadrinhos para o cotidiano do aparentemente silencioso menino trans de <strong>O p\u00e1ssaro sem plumas<\/strong>. H\u00e1 ainda o arrebatador relato em primeira pessoa em <strong>Sangro<\/strong><em>,<\/em> que traduz o turbilh\u00e3o de sentimentos diante do diagn\u00f3stico de soropositividade e do posterior processo de aceita\u00e7\u00e3o e amadurecimento<em>, <\/em>e os rituais de prepara\u00e7\u00e3o para o fim da \u00e1gua no mundo (ou seria o mundo terminando em \u00e1gua?), pacientemente elaborados por <strong>D\u00f4niara<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nem sempre cabe tanta esperan\u00e7a, como quando presenciamos a dor da dupla rejei\u00e7\u00e3o enfrentada desde cedo pela crian\u00e7a queer negra em <strong>O \u00f3rf\u00e3o<\/strong>, mas a necessidade extrair for\u00e7as inesperadas das pr\u00f3prias cicatrizes tamb\u00e9m \u00e9 poderoso combust\u00edvel de sobreviv\u00eancia num mundo que tem como regra o apagamento de quem excede a mediocridade da norma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 os filmes que apostam no fim de uma era como possibilidade de refunda\u00e7\u00e3o \u2013 seja pela sorrateira e irrefre\u00e1vel obstru\u00e7\u00e3o dos c\u00f4modos do <strong>Sobrado<\/strong> (que transp\u00f5e o conto \u201cA casa tomada\u201d, de Julio Cort\u00e1zar, para o contexto anestesiado de nossas classes m\u00e9dias urbanas), seja pela reencena\u00e7\u00e3o aleg\u00f3rica do apocalipse com ap\u00f3stolos oriundos das minorias mais perseguidas, em <strong>Os mais amados<\/strong><em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 <strong>A praga do cinema brasileiro<\/strong><em> <\/em>denuncia uma esp\u00e9cie de maldi\u00e7\u00e3o em que presente e passado est\u00e3o intimamente mesclados, de modo que problemas antigos (e inclusive j\u00e1 encenados e imaginados por nosso cinema) reaparecem com a falsa sensa\u00e7\u00e3o de novidade, num perigoso eterno retorno que precisa ser urgentemente superado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E h\u00e1 filmes que apostam na conjuga\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de gestos individuais e interven\u00e7\u00f5es coletivas no cotidiano como formas de enfrentar o que sufoca, especialmente nos modos como os filhos da di\u00e1spora brasileira ocupam as ruas e demais espa\u00e7os p\u00fablicos e privados para reordenar os afetos. Seja na apropria\u00e7\u00e3o multicor do afrofuturismo para evidenciar as pot\u00eancias dos corpos inclassific\u00e1veis das bichas pretas em <strong>Negrum3<\/strong>, seja nos jatos de spray e colagens de stickers que, com suas frases instigantes, perfuram e costuram repetidamente a estabilidade da paisagem urbana em <strong>Riscadas<\/strong>, ou ainda na tens\u00e3o entre o opressivo ambiente profissional e a liberdade dos prazeres corporais da esfera \u00edntima em <strong>Tempestade<\/strong><em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Testemunhamos a vida em incessante movimento, prestes a ser saboreada com todas as suas inquieta\u00e7\u00f5es, como quando os personagens de <strong>Perp\u00e9tuo<\/strong> percorrem os escombros das edifica\u00e7\u00f5es escravocratas na Baixada Fluminense, na vizinhan\u00e7a onde vivem: um misto de estranhamento, familiaridade, vida que segue e alguma fantasmagoria. Como bem define a sinopse do curta de Lorran Dias, \u201cfor\u00e7as invis\u00edveis do passado se atualizam entre as ru\u00ednas do presente\u201d \u2013 inclusive as for\u00e7as que podem virar o jogo e, com o aux\u00edlio do cinema, produzir um imagin\u00e1rio mais justo e diverso, capaz de nortear o futuro melhor que tanto desejamos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este texto faz parte do cat\u00e1logo do 26\u00ba Festival de Cinema de Vit\u00f3ria, que est\u00e1 dispon\u00edvel em https:\/\/issuu.com\/vitoriacinevideo\/docs\/catalogo-26fcv<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os premiados da 23\u00aa Mostra Competitiva Nacional de Curtas com Trof\u00e9u Vit\u00f3ria, nas seguintes categorias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Melhor Filme pelo J\u00fari T\u00e9cnico \u2013 <strong>NEGRUM3<\/strong>, de Diego Paulino<br>Melhor Filme pelo J\u00fari Popular \u2013 <strong>Sangro<\/strong>, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR<br>Dire\u00e7\u00e3o \u2013 <strong>Diego Paulino<\/strong>, por NEGRUM3<br>Melhor Interpreta\u00e7\u00e3o \u2013<strong> Kauan Alvarenga<\/strong>, de O \u00d3rf\u00e3o<br>Melhor Roteiro \u2013 <strong>Willian Alves e Zefel Coff<\/strong>, por A Praga do cinema Brasileiro<br>Contribui\u00e7\u00e3o Art\u00edstica \u2013 <strong>Quando elas cantam<\/strong>, de Maria Fanchin<br>Pr\u00eamio Especial do J\u00fari \u2013 <strong>Guaxuma<\/strong>, de Nara Normande<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>23\u00aa Mostra Competitiva Nacional de Curtas<\/strong><br>Classifica\u00e7\u00e3o Indicativa: 14 anos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Arquitetura dos que Habitam <\/strong>(Daiana Rocha, 5\u2019, EXP, ES)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cotidiano, tempo e detalhes de um lugar ocupado por pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/322118201\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os Mais Amados <\/strong>(Rodrigo de Oliveira, 28\u2019, FIC, ES)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mundo acaba e Emanuel precisa guiar Jo\u00e3o at\u00e9 o portal que leva os merecedores \u00e0 eternidade. Emanuel est\u00e1 desesperado para ascender, mas Jo\u00e3o desafiar\u00e1 o direito do mestre ao para\u00edso. Uma adapta\u00e7\u00e3o queer-crist\u00e3 do Apocalipse: Livro das Revela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/piquebandeirafilmes\/osmaisamados\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sangro<\/strong> (Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto,7\u2019, BR, ANI, SP)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Inspirado em uma hist\u00f3ria real, &#8220;Sangro&#8221; \u00e9 a confiss\u00e3o \u00edntima de uma pessoa que vive com HIV. Turbilh\u00e3o de sentimentos. As primeiras sensa\u00e7\u00f5es. Um filme em anima\u00e7\u00e3o que busca desmistificar quest\u00f5es que sobrevivem at\u00e9 hoje no imagin\u00e1rio social em rela\u00e7\u00e3o ao v\u00edrus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/314415492\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Senha S4ngr0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>D\u00f4niara <\/strong>(Kaco Ol\u00edmpio,17\u2019, FIC, GO)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Iara se prepara para o fim da \u00e1gua no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=akFhedOQCiE\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Perp\u00e9tuo<\/strong> (Lorran Dias, 27\u2019, FIC, RJ)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e9culo XXI, Am\u00e9rica do Sul, Brasil, Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Nova Igua\u00e7u, Cer\u00e2mica e Comendador Soares: Silvia e Alex voltam a morar juntos. For\u00e7as invis\u00edveis do passado se atualizam nas ru\u00ednas do presente. Vida em movimento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/youtu.be\/ehtf5yykydg?fbclid=IwAR3Z-A9i4TtnBKrhJ2EyThVfQQv5N7QiVTnF6ozGpKdKNK-vmw6Mv2A9sw4\">Acesse aqui<\/a>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Guaxuma<\/strong> (Nara Normande, 14\u2019, ANI, PE)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eu e Tayra crescemos juntas na praia de Guaxuma. A gente era insepar\u00e1vel. O sopro do mar me traz boas lembran\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/372750763\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Riscadas<\/strong> (Karol Mendes, 15\u2019, DOC, ES)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tendo como cen\u00e1rio o Centro da capital do Esp\u00edrito Santo, tr\u00eas artistas mulheres capixabas contam suas viv\u00eancias e como a arte urbana aliado ao movimento feminista se tornaram importantes ferramentas no enfrentamento a viol\u00eancia contra a mulher.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/340058052\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tempestade<\/strong> (Fellipe Fernandes, 20\u2019, FIC, PE)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longe, sobrevoando os vulc\u00f5es multiplicados, uma tempestade el\u00e9trica era gestada em sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TEMPESTADE\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/276385677?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"300\" height=\"169\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ref\u00fagio<\/strong> (Shay Peled e Gabriela Alves, 20\u2019, DOC, ES)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recome\u00e7ar em um novo pa\u00eds &#8211; faces da crise humanit\u00e1ria da imigra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/335764785\"><\/a><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/335764785\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NEGRUM3<\/strong> (Diego Paulino, 22\u2019, DOC, SP)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre melanina e planetas long\u00ednquos, NEGRUM3 prop\u00f5e um mergulho na caminhada de jovens negros da cidade de S\u00e3o Paulo. Um ensaio sobre negritude, viadagem e aspira\u00e7\u00f5es espaciais dos filhos da di\u00e1spora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/globosatplay.globo.com\/canal-brasil\/v\/8366927\/\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O \u00d3rf\u00e3o<\/strong> (Carolina Markowicz, 15\u2019, FIC, SP)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><br>Jonathas foi adotado. Mas logo \u00e9 devolvido ao abrigo devido ao seu \u201cjeito diferente\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"The Orphan \/ O &amp;Oacute;rf&amp;atilde;o\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/377193784?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"300\" height=\"169\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quando Elas Cantam<\/strong> (Maria Franchin, 28&#8242;, DOC, SP)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Document\u00e1rio sobre o projeto Voz Pr\u00f3pria, desenvolvido por Carmina Juarez, que \u00e9 voltado ao tratamento terap\u00eautico de mulheres encarceradas a partir da articula\u00e7\u00e3o entre m\u00fasica e psican\u00e1lise. O filme acompanha de dentro da pris\u00e3o os ensaios dessas mulheres para um show na Capela da Penitenci\u00e1ria Feminina de S\u00e3o Paulo, capital.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/vimeo.com\/262093337\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">senha: vozpropria2018<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sobrado<\/strong> (Renato Sircilli,22\u2019, FIC, SP)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As cicatrizes nos corpos de quatro mulheres marcam um passado dif\u00edcil de esquecer. Quando um dos c\u00f4modos da casa onde elas moram \u00e9 tomado por algo desconhecido \u00e0s v\u00e9speras da realiza\u00e7\u00e3o de uma grande festa, a seguran\u00e7a delas \u00e9 colocada \u00e0 prova. Elas n\u00e3o est\u00e3o mais sozinhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/youtu.be\/Mg7tsW7_e_A\">Acesse aqui<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<strong>O P\u00e1ssaro sem Plumas <\/strong>(Tati Rabelo e Rodrigo Linhales, 15\u2019, FIC, ES)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As aventuras de uma crian\u00e7a transexual na d\u00e9cada de 80 que diariamente tem uma dif\u00edcil escolha entre dois caminhos. O P\u00e1ssaro sem Plumas \u00e9 uma hist\u00f3ria de esperan\u00e7a e coragem.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-vimeo wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/423305538?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"300\" height=\"169\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">senha: alex<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">*<strong>Fartura <\/strong>de Yasmin Thayn\u00e1, n\u00e3o foi disponibilizado para ser exibido online.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">** <strong>A Praga do Cinema Brasileiro<\/strong> de William Alves e Zefel Coff, n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel pois o filme est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o com um canal de TV.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">*** <strong>&nbsp;Cor de Pele<\/strong> de L\u00edvia Perini, n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel pois n\u00e3o obtivemos retorno da mesma.&nbsp;**** <strong>&nbsp;O \u00d3rf\u00e3o <\/strong>de Carolina Markowicz, ainda n\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel para ser exibido online.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Festival de Cinema de Vit\u00f3ria lan\u00e7ou o #FCVemCasa para voc\u00ea poder ver ou rever os filmes que fizeram parte da edi\u00e7\u00e3o passada do Festival. 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