Festival exibe sessões com acessibilidade

Com o objetivo de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, o 25º Festival de Cinema de Vitória oferece sessões com acessibilidade para deficientes visuais e/ou auditivos. Nesta edição do FCV, os recursos de audiodescrição, legendagem descritiva e interpretação em libras estão disponíveis na 7ª Mostra Foco Capixaba.

A mostra acontece logo na noite de abertura do evento, às 19h30 de segunda-feira. Na ocasião, três dos cinco curtas-metragens apresentam acessibilidade: “Água Viva” (interpretação em libras), “A ‘hidra’ de Pilares” (interpretação em libras) e “Meninas” (legendagem descritiva).

Também selecionados para a mostra, os filmes “A Mulher do Treze” e “Rio das lágrimas secas” serão reexibidos com audiodescrição e legendagem descritiva, respectivamente, no sábado, às 13h.

Com entrada gratuita, as exibições do FCV acontecem no Teatro Carlos Gomes, Centro de Vitória, de 3 a 8 de setembro.

Uma realização da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA), o 25º Festival de Cinema de Vitória conta com o patrocínio do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, da Petrobras, do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), do Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE), do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), da Ancine, e do Governo Federal, com Apoio da Rede Gazeta, da Prefeitura Municipal de Vitória, e da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo. O Festival conta também com Apoio Institucional do Centro Técnico do Audiovisual (CTAv), do Canal Brasil, da Arcelor Mittal, da Link Digital, da Mistika, da Cia Rio, da UVV e da Marlim Azul Turismo. O lounge do Festival é co-realizado pela Galpão Produções e pela Molaa.

 

SERVIÇO: 25º FESTIVAL DE CINEMA DE VITÓRIA

7º Mostra Foco Capixaba

Quando: segunda-feira, às 19h30, e sábado, às 13h (reexibição de “A Mulher do Treze”).

Onde: Teatro Carlos Gomes, Centro de Vitória.

 

Confira as sinopses dos filmes selecionados:

A Mulher do Treze (Rejane Kasting Arruda, FIC, 17’, ES). Inês mantém sua rotina.

 

Água Viva (Bárbara Ribeiro, DOC, 13’, ES). Mulheres de uma turma de hidroginástica comunitária conversam submersas sobre questões femininas da terceira-idade. Maternidade, trabalho e aposentadoria são alguns temas abordados.

 

A “hidra” de Pilares (Lucas Bonini, FIC, 10’, ES). No topo do vício, não consegue adiar a ansiedade em recomeçar seu ciclo predatório. Ele enfim aguarda ansioso que novamente alguma alma aceite a sua carona.

 

Meninas (Ana Murta e André Erlich Lucas, FIC, 10’, ES). Maria Carolina Finamore Santos ama Lucas de Souza Altoé.

 

Rio das lágrimas secas (Saskia Sá, DOC, 25’’, ES). Recorte sobre as perdas sofridas por mulheres de três pequenas comunidades, localizadas no caminho da lama de destruição do desastre/crime ambiental provocado pelo rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Samarco, que ocorreu no dia 5 de novembro de 2015 e afetou o Rio Doce e todos os ecossistemas ao seu redor, matou 19 pessoas e desalojou inúmeras outras.