Homenagens - 24º Festival de Cinema de Vitória

Homenagens

Zezé Motta | Foto: Jardiel Carvalho

HOMENAGEADA NACIONAL
Zezé Motta

Uma das figuras mais respeitadas da TV, do cinema e da música no Brasil, Zezé Motta é a homenageada nacional do 24º Festival de Cinema de Vitória. Com 41 filmes, 35 produções para a TV e 13 discos no currículo, a cantora e atriz receberá carinho do público no dia 14 de setembro, às 19h, no Teatro Carlos Gomes. O primeiro passo na carreira artística não poderia ser mais marcante: em 1968, integrou o coro do musical “Roda-Viva” (Chico Buarque), que entrou para a história como um símbolo da resistência contra a ditadura. Sua estrada de mais de 40 filmes inclui clássicos como “Orfeu” (1999), de Cacá Diegues, e “Cronicamente Inviável” (2000), de Sérgio Bianchi. Em 1976, protagonizou o longa “Xica da Silva”, papel que marcou sua carreira e que voltou a encarnar na TV, na novela de de Walcyr Carrasco. Muito querida pelo público que a acompanha na telinha, Zezé Motta provou toda a sua versatilidade em novelas e séries como “Duas Vidas” (1976), “Kananga do Japão” (1989), “A Próxima Vítima” (1995), “Corpo Dourado” (1998), “Sinhá Moça” (2006), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “O Canto da Sereia” (2013). Atualmente, está no ar em “Sob Pressão” (Globo). Desde os anos 1970, também se dedica à carreira de cantora, com vários discos lançados em shows internacionais na bagagem.

 

Margareth Galvão | Foto: Tati Hauer

 

HOMENAGEADA CAPIXABA
Margareth Galvão

Dona de uma voz inconfundível, Margareth Galvão completa quatro décadas de devoção à arte e é a Homenageda Capixaba do 24º Festival de Cinema de Vitória, com cerimônia no dia 11 de setembro, às 19h.  Entre palcos e sets de filmagem, coleciona mais de 45 trabalhos como atriz, diretora e dramaturga. Por 16 anos, também dedicou-se a transmitir às novas gerações todo seu conhecimento, como professora de teatro na Escola Técnica de Teatro, Dança e Música (Fafi). Natural de São Caetano do Sul, a artista paulista morou em várias cidades até escolher Vitória como sua casa, em 1987, onde desenhou sua história. Sob a direção de Jonas Bloch, Margareth estreou no teatro com a peça “Inspetor Geral”, de Nicolau Gogol, em 1973. Hoje, ela carrega no currículo cerca de 20 peças, entre dramas, comédias, musicais e infantis. Nas telonas, o primeiro trabalho foi no longa-metragem “Lamarca” (1993), do carioca Sérgio Rezende, seguido por “O Amor Está no Ar” (1997), de Amylton de Almeida. De lá pra cá, Margareth trabalhou no elenco de mais de 22 filmes, entre curtas e longas. A parceria com diretores capixabas é profícua, incluindo obras de Marcel Cordeiro, Gustavo Moraes, Rodrigo de Oliveira e Rodrigo Aragão. Atualmente, ela se prepara para um curta que será rodado em setembro.