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17º Vitória Cine Vídeo divulga premiados | 17º Vitória Cine Vídeo

O Vitória Cine Vídeo divulgou a lista de vencedores nesta sexta-feira, 10 de dezembro, encerrando a décima sétima edição do festival, no Ginásio do Álvares Cabral. Durante toda a semana, o público acompanhou o panorama da mais nova produção audiovisual brasileira por meio da Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens, da Mostra Competitiva Nacional de Vídeos e da exibição de longas-metragens inéditos. Provenientes de diferentes partes do país, 84 obras audiovisuais participaram da competição em 19 categorias e ainda concorreram a prêmios especiais.

Vejam as fotos da Noite de Premiação

O 17º Vitória Cine Vídeo é uma realização do Instituto Marlin Azul, da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA), com patrocínio da Petrobras, Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, Prefeitura Municipal de Vitória, Rede Gazeta e Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.


Premiação de filmes

Os vencedores das 19 categorias receberam o Troféu Marlin Azul e prêmio em dinheiro. “Amigos Bizarros do Ricardinho”, de Augusto Canani, vindo do Rio Grande do Sul, venceu o prêmio de Melhor Filme de Ficção. No gênero documentário, o vencedor é “Bailão”, de São Paulo, dirigido por Marcelo Caetano. O vencedor da Melhor Animação é “Imagine uma Menina com Cabelos de Brasil...”, de Alexandre Bersot, do Rio de Janeiro.  Gabriel Martins e Maurílio Martins ganharam o prêmio de Melhor Direção pela ficção “Contagem”.

O prêmio de Melhor Fotografia foi concedido a “Carreto”, de Marília Hughes e Cláudio Marques. A ficção paulista “Eu não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, levou o prêmio de Melhor Roteiro.

Augusto Canani, Marcelo Fruet e Boto Stanley, do Rio Grande do Sul,  conquistaram o prêmio de Melhor Trilha sonora por “Amigos Bizarros do Ricardinho”, de Augusto Canani. Eva Randolf conquistou o prêmio de Melhor Montagem por “Geral”, de Anna Azevedo, do Rio de Janeiro.

Vindo de Pernambuco, o documentário “Faço de Mim o Que Quero”, de Sérgio Oliveira e Petronio Lorena, levou o prêmio de Melhor Direção de Arte para Renata Pinheiro. O paranaense “Haruo Ohara”, de Rodrigo Grota, conquistou o Troféu Marlin Azul de Melhor Produção.

Laura de La Uz ganhou o prêmio de melhor atriz pela sua atuação no filme cearense “Los Minutos, Las Horas”, de Janaína Marques Ribeiro. O Troféu Marlin Azul de Melhor Ator foi concedido a Othoniel Cibien, pela performance em “2 e Meio”, de Alexandre Serafini,, do Espírito Santo.

Pela qualidade fotográfica do trabalho do mestre Carlos Ebert, a ficção “Haruo Ohara”, de Rodrigo Grota, recebeu também Menção Honrosa.

Proveniente do Distrito Federal, a ficção “Dias de Greve”, de Adirley Queirós, recebeu o Prêmio Especial do Júri. De acordo com a justificativa dos jurados, a obra foi escolhida pelo equilíbrio alcançado no casting.

O curta-metragem vencedor do Júri Popular de Filme é o gaúcho “Amigos Bizarros do Ricardinho”, de Augusto Canani.

O Júri de Premiação de curtas e médias-metragens foi composto pelo produtor de eventos e fundador da Kino Produções, Ulrich Malohlava; a publicitária, editora e responsável pela contratação de filmes do Porta Curtas Petrobras, Talita Arruda; e o crítico e pesquisador da história do audiovisual, Cássio Starling.


Premiação de Vídeos

Além da exibição da Mostra Competitiva de Curtas e Médias-Metragens, de domingo a sexta-feira, às 19h30, no Ginásio do Álvares Cabral, o 17º Vitória Cine Vídeo apresentou a Mostra Competitiva de Vídeos, às 12 horas, no Cine Metrópolis, de segunda a sexta-feira.

O festival premiou como Melhor Vídeo de Ficção “Áurea”, de Zeca Ferreira, do Rio de Janeiro. No gênero documentário o júri premiou “7 Voltas”, de Rogério Nunes, vindo de São Paulo.

O vídeo capixaba “Lucha Libre”, de Lucas Bonini, conquistou o Troféu Marlin Azul na categoria videoclipe.

Também do Espírito Santo, “Caminho das Águas”, de Felipe Borba, levou o prêmio de Melhor Videoarte. O Prêmio Pesquisa de Linguagem foi concedido à ficção “Cachaça – Os Caçadores do Alambique Perdido”, de Juliano Enrico, também do Espírito Santo.

Compôs o Júri de Premiação de Vídeos o músico e videomaker, Bento Abreu; a atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP, Luciana Domschke; o ator Pedro de Farias Solviatt Siqueira; e a pesquisadora do Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura (CTAv), Rosangela Sodré.

Duas obras conquistaram o Prêmio do Júri Popular de Vídeo: “Ao Meu Pai com Carinho”, de Fausto Noro, vindo de São Paulo; e “Procurando Madalena”, de Ricardo Salles de Sá, do Espírito Santo. As crianças e adolescentes de escolas públicas que participaram do 11º Festivalzinho de Cinema elegeram por meio do voto popular a animação “Mãos de Vento e Olhos de Dentro”, de Susanna Lira, do Rio de Janeiro.

A ficção “2 e Meio”, de Alexandre Serafini, ganhou o Prêmio de Melhor Curta concedidos pelas empresas Quanta e Link Digital. O diretor receberá R$ 8 mil em equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria, além de quatro horas de telecine of ou online.


Prêmios Especiais

O vencedor do Troféu Jangada foi o documentário “Bailão”, de Marcelo Caetano, de São Paulo. Para o Júri, a obra traz uma discussão mais do que urgente na sociedade atual: a intolerância às diferenças sexuais. O prêmio foi concedido pela pertinência do tema e a maneira delicada, porém corajosa, de sua abordagem. O júri ressalta, ainda, a linguagem original utilizada pelo diretor na concepção do trabalho.

A animação “Imagine uma Menina com Cabelo de Brasil...”, de Alexandre Bersot, do Rio de Janeiro, recebeu Menção Honrosa Prêmio Jangada. Nas duas premiações, o júri reforça a ideia de que a sociedade precisa rever de maneira urgente seus critérios de aceitação e respeito às diferenças sexuais, raciais, religiosas, sociais, dentre outras.

O Troféu e a Menção são oferecidos pela Organização Católica Internacional de Cinema e pela Associação Católica Mundial para Comunicação (OCIC-SIGNIS Brasil) aos filmes que mais se destacam pela presença de valores humanos, éticos e espirituais.

A Comissão foi composta por Flávio Kactuz, historiador e professor de cinema, Mestre da PUC do Rio de Janeiro e membro da OCIC-SIGNIS  Brasil; pela jornalista e Doutora da Universidade Federal de São João Del Rey (MG), Vanessa Maia; e pelo cineasta, escritor e professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Erly Vieira Júnior.

O Prêmio Porta Curtas consagrou pela votação através do site www.portacurtas.com.br o filme gaúcho “Amigos Bizarros do Ricardinho”, de Augusto Canani, e a animação carioca “Imagine uma Menina com Cabelos de Brasil”, de Alexandre Bersot.


Vencedores dos Concursos

Este ano, o vencedor do Concurso Nacional de Flipbook é o animador Diogo Pereira Viegas, do Rio de Janeiro, com a obra “Ventania”. O ganhador receberá como prêmio a impressão de 300 exemplares da obra, além de R$ 2 mil em dinheiro. O objetivo é estimular a produção, a experimentação e a pesquisa em diversas técnicas de animação, contribuindo para o desenvolvimento deste gênero do cinema.

O 12º Concurso de Roteiro Capixaba premiou o trabalho “Pela Parede” de Lucas Bonini. O roteirista receberá equipamentos, materiais e apoio financeiro para viabilizar o filme. O júri foi composto pela diretora-adjunta e curadora do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, Beth Sá; a atriz de cinema, teatro e TV, Maria Gladys; e a diretora e montadora, formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense, Luelane Correia.


Décima sétima edição

Ao todo, 103 produções, entre as obras da mostra competitiva e as fora de competição, foram exibidas na programação. O evento tem por objetivos incentivar a produção audiovisual de vídeos e de filmes de curta e média-metragem, democratizar os espaços de exibição e estimular novos olhares através do cinema.

Este ano, o festival movimentou a capital capixaba com uma programação de atividades gratuitas. Além da exibição das mostras competitivas nacionais de curtas, médias e de vídeos, o evento apresentou o 11º Festivalzinho de Cinema de Vitória para alunos de escolas públicas. O festival também ofereceu oficinas de formação audiovisual, debates com os realizadores das obras em competição, lançamentos de DVDs, livros, além da homenagem à Ney Latorraca.


FILMES PREMIADOS

Amigos Bizarros do Ricardinho (Ficção, 20’, RS), de Augusto Canani. A história de um rapaz levado ao limite da tensão em um ambiente corporativo. Um mosaico de pequenos erros e fracassos da vida de um jovem que está ingressando na idade adulta e no mercado de trabalho.

Prêmios: Melhor Filme Ficção, Melhor Trilha Sonora, Júri Popular de Filme e Prêmio Porta Curtas.


Bailão (Documentário, 17’, SP), de Marcelo Caetano. A memória de uma geração visitada por seus personagens. O cenário é o centro de uma grande cidade; o enredo a urgência da vida. E o bailão o ponto de convergência dessas histórias.

Prêmios: Melhor Filme Documentário e Troféu Jangada


Contagem (Ficção, 18’02”, MG), de Gabriel Martins e Maurílio Martins. Um acontecimento. Quatro pessoas e a cidade de Contagem.

Prêmio: Melhor Direção


Eu Não Quero Voltar Sozinho (Ficção, 17’, SP), de Daniel Ribeiro. A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel.

Prêmio: Melhor Roteiro


Faço de Mim o que Quero (Documentário, 18’28”, PE), de Sérgio Oliveira e Petrônio Lorena. Tô nem aí.

Prêmio: Melhor Direção de Arte


Geral (Documentário, 15’, RJ), de Anna Azevedo. O palco é a geral do estádio do Maracanã. Em cena, os torcedores, conhecidos como geraldinos, num espetáculo de êxtase, fúria, alegria e dor.

Prêmio: Melhor Montagem


Carreto (Ficção, 12’, BA), de Marília Hughes e Cláudio Marques. Tinho conhece Stéphanie. Uma amizade se inicia.

Prêmio: Melhor Fotografia


Haruo Ohara (Ficção, 16’, PR), de Rodrigo Grota. A vida e a obra do imigrante, agricultor e fotógrafo japonês Haruo Ohara (1909-1999).

Prêmio: Melhor Produção e Menção Honrosa


Imagine uma Menina com Cabelos de Brasil... (Animação, 10’, RJ), de Alexandre Bersot. O cabelo, a fronteira final. Entre caretas e escovas, as viagens em busca de aceitação.

Prêmios: Melhor Animação, Menção Honrosa Troféu Jangada e Prêmio Porta Curtas


Los Minutos, Las Horas (Ficção, 11’, CE), de Janaina Marques Ribeiro. Yoli sempre morou com sua mãe num bairro humilde de Havana. Até que um dia, um rapaz lhe convida a sair e Yoli decide esperá-lo, tentando mudar sua rotina, mesmo que seja por um dia.

Prêmio: Melhor Atriz


2 e Meio (Ficção, 18’, ES), de Alexandre Serafini. Com o roubo de seu carro de trabalho, Hernani, um mecânico de elevadores, toma uma atitude desesperada.

Prêmios: Melhor Ator e Melhor Curta Capixaba


Dias de Greve (Ficção, 24’30”, DF), de Adirley Queirós. Uma greve de serralheiros é deflagrada em uma periferia da capital federal. Neste período, muito mais que um despertar para uma consciência de classe, os operários redescobrem uma cidade e um tempo que não mais lhes pertencem.

Prêmio Especial do Júri


VÍDEOS PREMIADOS

Áurea (Ficção, 16’, RJ), de Zeca Ferreira. Festa acabada, músicos a pé.

Prêmio: Melhor Vídeo Ficção


7 Voltas (Documentário, 19’54”, SP), de Rogério Nunes. Diversas crônicas se entrelaçam numa espiral narrativa, poética e quase onírica, sobre um lugar onde o sinuoso rio Tamanduateí descrevia sete voltas.

Prêmio: Melhor Vídeo Documentário


Lucha Libre (Videoclipe, 2’38”, ES), de Lucas Bonini. Tequila, Zumbis, Luta Livre e Surf Music. Um clipe dos Muertos Vivientes.

Prêmio: Melhor videoclipe


Caminho das Águas (Vídeoarte, 3’32”, ES), de Filipe Alves Borba. A linha azul é uma intervenção urbana do artista plástico Piatan Lube. Representa o limite do mar na cidade de Vitória antes da intervenção dos aterros.

Prêmio: Melhor videoarte


Cachaça – Os caçadores do Alambique Perdido (Ficção, 13’02’’, ES), de Juliano Enrico. O pacato aventureiro Aço Fino é obrigado a embarcar numa perigosa jornada em busca de um misterioso Alambique Perdido.

Prêmio: Pesquisa de Linguagem


Mãos de Vento e Olhos de Dentro (Ficção, 13’, RJ), de Susanna Lira. Mãos de Vento e Olhos de Dentro é um filme sobre a amizade entre Lia, uma menina cega e Tico, um menino solitário e cheio de imaginação. Eles adoram brincar de ver desenho em nuvem, e, juntos, iniciam uma jornada de aventura com muita diversão pelo mundo infantil da fantasia

Prêmio: Júri Popular Festivalzinho